Banda Sonora para um Regresso a Casa
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Porto Editora, abril de 2011 ‧
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SINOPSE
Os vegetarianos e os nudistas. Os cães e os escritores vivos. Os telefones, o silicone e o socialismo. As raparigas demasiado magras. O Benfica. As mulheres infiéis. O cinema fantástico, os anos 80 e a bem-aventurança em geral. Joel Neto parece colecionar inimigos ao mesmo ritmo a que vai escrevendo. E, no entanto, garante que tem coração - e que, no limite, até é capaz de comover-se. Neste volume reúnem-se as obsessões e os ódios, os delírios e os afetos daquele que é, hoje, um dos principais cronistas portugueses. Um livro que se lê como quem ouve um disco. A caminho de casa.
«Um casamento pode sobreviver a um homem infiel e pode sobreviver a uma mulher infiel também. Coisa diferente é o amor. Um homem pode ser infiel à sua mulher e, no entanto, amá-la eterna e incondicionalmente. Uma mulher infiel já não ama o seu marido.»
«Para que serve um cão? Para que serve um bicho completamente estúpido, tantas vezes agressivo, que cheira mal, que ladra alto, que nos rouba duas horas por dia só por causa do cocó - e que, além de tudo, volta e meia está obstipado, fazendo-nos andar, não duas, mas quatro horas a subir e a descer a rua com um saquinho de plástico na mão?»
«Já não gosto de futebol. Deste futebol. O meu futebol é o futebol dos golos de bandeira e dos penáltis roubados, dos copos pela noite dentro e das zaragatas à segunda-feira de manhã. No meu futebol, vivem-se a mais delirante euforia e a mais miserável angústia. Vivem-se o ódio e o amor em doses iguais - e, quando alguém nos pergunta se é loucura o que isso é, nós erguemos bem alto o copo, citamos Goethe (não citamos nada) e bebemos a Bruno Paixão.»
«Um casamento pode sobreviver a um homem infiel e pode sobreviver a uma mulher infiel também. Coisa diferente é o amor. Um homem pode ser infiel à sua mulher e, no entanto, amá-la eterna e incondicionalmente. Uma mulher infiel já não ama o seu marido.»
«Para que serve um cão? Para que serve um bicho completamente estúpido, tantas vezes agressivo, que cheira mal, que ladra alto, que nos rouba duas horas por dia só por causa do cocó - e que, além de tudo, volta e meia está obstipado, fazendo-nos andar, não duas, mas quatro horas a subir e a descer a rua com um saquinho de plástico na mão?»
«Já não gosto de futebol. Deste futebol. O meu futebol é o futebol dos golos de bandeira e dos penáltis roubados, dos copos pela noite dentro e das zaragatas à segunda-feira de manhã. No meu futebol, vivem-se a mais delirante euforia e a mais miserável angústia. Vivem-se o ódio e o amor em doses iguais - e, quando alguém nos pergunta se é loucura o que isso é, nós erguemos bem alto o copo, citamos Goethe (não citamos nada) e bebemos a Bruno Paixão.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-04329-0 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | abril de 2011 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 235 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 152 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Crónicas
|
| EAN: | 978972004329010 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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