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Baía dos Tigres

de Pedro Rosa Mendes

editor: Dom Quixote, maio de 2010
Prémio de Ficção do Pen Clube 1999
Pedro Rosa Mendes, repórter galardoado do "Público", partiu em Junho de 1997, com uma bolsa de criação literária do Centro Nacional de Cultura, mochila às costas, máquina fotográfica e gravador, para uma viagem de Namibe, ao sul de Angola, onde se situa a Baía dos Tigres, a Quelimane, Moçambique, atravessando o continente Africano de costa a costa, à semelhança de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, por picadas, rios e caminhos de ferro. Regressaria três meses e meio depois desta viagem, carregado de histórias bastantes diferentes das que aqueles exploradores certamente encontraram. Histórias de ódio e de horror, de crueldade, num continente onde uma guerra sem fim à vista, tem vindo a aniquilar cada vez mais gente. Em mais de quatrocentas páginas, "Baía dos Tigres" é um relato dessas histórias, como diz Alexandra Lucas Coelho no suplemento Leituras, do "Público", «barroco, denso, infernal. Fino, claro, transparente. Como acontece aos homens ser.»

«Em 1997, Pedro Rosa Mendes propôs-se realizar uma viagem impossível: a travessia do continente africano, por terra, «De Angola à Contracosta». Tratava-se pois de cumprir o famosíssimo trajecto de Capello e Ivens, um século depois, muitas guerras depois, através de estradas já mortas e campos semeados de minas. Este livro não se resume ao relato dessa aventura. Ele constrói-se a partir das histórias, narradas na primeira pessoa, dos extraordinários personagens que Pedro Rosa Mendes descobriu. Heróis anónimos, habitantes dos limites da vida, e também monstros, estranhos monstros, reinventando o horror no seu vasto território de sombras. Portugal precisava de um livro como este. Um livro capaz de justificar todo um passado comum de errância pelo mundo e de renovar a chamada literatura de viagens. Neste caso, grande literatura.» José Eduardo Agualusa

«Só um autêntico viajante poderia fazer esta viagem, só um autêntico repórter saberia encontrar os mil estilhaços desta história, só um autêntico escritor poderia escrever este livro. Está escrito. Exige(-nos) tudo: olhos, ouvido, pele, coração, sangue, suor, lágrimas, coisas simples, primeiras e últimas, como nascer a caminho da morte. É uma obra plena: desloca o que somos apenas com palavras.
« (...) "Baía dos Tigres" é romance, é crónica, é epístola, é poesia, é música, é cinema, é documento. Barroco, denso, infernal. Fino, claro, transparente. Como acontece aos homens ser. Vem do muito fundo e respira no alto.
«(...) Não basta ser grande repórter para escrever um livro assim. Esta é a estreia de um escritor que elevou a fasquia da literatura portuguesa contemporânea.»
Alexandra Lucas Coelho, in suplemento Leituras, "Público"

« "Baía dos Tigres", deixe-se escrito logo de entrada, mais do que uma caminhada aventurosa por terra de Angola à Contracosta, é uma extraordinária viagem ao fim dos homens. Àquilo que resta na paisagem e nas almas depois de travadas todas as batalhas para onde as mais belas paixões, os mais altos sonhos, as mais baixas ambições impelem indivíduos, famílias, etnias, povos, Estados.
« Viagem ao inacreditável mundo habitado por homens sem pernas, sem braços, sem sobrancelhas, sem dentes, sem orelhas ou pele, um sem nariz, outro mesmo sem rosto (...)
« Viagem sem bilhete, sem horário, sem transporte público, sem "vouchers" com pequeno almoço incluído, sem bebida fresca tomada na varanda à hora do sol se pôr.»
Adelino Gomes, in suplemento Leituras, "Público"

Baía dos Tigres

de Pedro Rosa Mendes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722040495
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: maio de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 234 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Coleção: Autores de Língua Portuguesa
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789722040495
Pedro Rosa Mendes

Escritor e jornalista, distinguido com vários prémios de reportagem. Estreou-se como escritor em O Melhor Café, do fotógrafo Alfredo Cunha (1996). Três anos depois publicou o seu primeiro livro, Baía dos Tigres que recebeu o Prémio Pen Clube de Romance e o Prémio Fernão Mendes Pinto da Câmara Municipal de Cascais e está traduzido em mais de vinte países. A crítica alemã colocou-o na lista dos melhores romances traduzidos em 2001. Em 2002, saiu o álbum de reportagens Ilhas de Fogo, em co-autoria com o ilustrador Alain Corbel. É ainda co-autor de Topografias da Vinha e do Vinho (2002). Publicou vários contos, ensaios e reportagens em revistas como Egoísta, Ícon e Tabacaria (Lisboa), Grand Street (Nova Iorque), Lettre International (Berlim), El País Semanal (Madrid) e Terra Negra (Bruxelas). Integrou o projecto internacional de fotografia "Borders and Beyond/Au-delà des Frontières", da Pro-Helvetia/Fondation Suisse pour la Culture (Rotpunktverlag, Zurique, 2002). Foi convidado da fundação alemã Schloss Wiepersdorf no ano 2000 e beneficiou, no ano seguinte, de uma bolsa do IPLB/Ministério da Cultura. Reside actualmente em Berlim, no âmbito do programa de artistas residentes do DAAD-Deutscher Akademischer Austauschdienst.

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