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As Metamorfoses do Elefante

Fábula Angolense

de José Luís Mendonça
Editor: Editora Guerra & Paz, abril de 2022 ‧
15,00€
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Nas vésperas da independência de Angola, os sete sonhos de Hermes Sussumuku revelam um futuro de horrores em que, regressado do exílio da luta de libertação, o irmão de Hermes se recusa a acreditar, escandalizado.

As Metamorfoses do Elefante começa com a propagação de uma estranha pandemia: um surto de riso a que as autoridades chamam surriso. Em simultâneo com essa insólita pandemia, o autor, José Luís Mendonça, oferece-nos uma prodigiosa efabulação da história da Angola pós-colonial.

Por essa história, deambula um bestiário magnífico de camaleões, hienas, uma vaca de fogo preto, cabras voadoras, um falcão de asas redondas e um elefante que, com rostos diferentes, representa o poder, num país moldado pela vendeta do 27 de Maio de 1977, cuja herança maior é uma repressão política desumana.

As Metamorfoses do Elefante é uma preciosidade literária: lendas, sonhos, pesadelos, metáforas e um uso criativo da linguagem que evocam a arte de Mia Couto.

As Metamorfoses do Elefante

Fábula Angolense

de José Luís Mendonça

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897027437
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: abril de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 233 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Coleção: Romances de Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897027437

SOBRE O AUTOR

José Luís Mendonça

José Luís Mendonça, licenciado em Direito, tem vindo a exercer, também, o jornalismo nas colunas de diversos jornais angolanos. É diretor e redator-chefe do semanário Cultura - Jornal Angolano de Artes e Letras editado em Luanda. Publicou, o seu primeiro livro Chuva Novembrina, em 1981. Membro da União de Escritores Angolanos, em linha natural com todos os jovens escritores da denominada "novíssima geração", a sua produção escrita desponta como reflexo de uma situação histórica demasiado centralizadora e redutora, os seus textos constroem-se como uma unidade que gravita em torno do "sentir" do sujeito poético face à morte das utopias vanguardistas e revolucionárias dos anos 60 e 70 e do seu desencanto com a realidade do presente e a incerteza do futuro.

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