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Um Voo de Borboleta no Mecanismo Inerte do Tempo

de José Luís Mendonça
Livro eBook
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, julho de 2024 ‧
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«Dentro da crisálida já pulsa o aroma dos frutos, na linfa pontilhada de pólen. O voo da borboleta é um sonho eterno no mecanismo inerte do tempo. O voo da poesia. Desde o primeiro livro Chuva Novembrina aos poemas ainda inéditos, a presente antologia mostra uma visão grupal que permite anotar as possibilidades de evolução da arte do poema, através de um rigoroso processo seletivo que privilegiou a qualidade e a inovação temático-formal. Este livro dos meus livros é uma seleta, uma súmula de quarenta e dois anos de labor poético, com novos poemas acrescidos à antologia Um Canto para Mussuemba, que a Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) publicou em 2002, com o valioso e incontornável patrocínio moral do emérito Professor Francisco Soares, e que juntou, num mesmo volume, poemas dos meus primeiros sete livros, nomeadamente: Chuva Novembrina, Gíria de Cacimbo, Respirar as Mãos na Pedra, Quero Acordar a Alva, Se a Água Falasse, Logaríntimos da Alma e Ngoma do Negro Metal, ou seja a minha produção de 1981 até ao ano 2000.»

Um Voo de Borboleta no Mecanismo Inerte do Tempo

de José Luís Mendonça

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722732079
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: julho de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 195 x 18 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722732079

SOBRE O AUTOR

José Luís Mendonça

José Luís Mendonça, licenciado em Direito, tem vindo a exercer, também, o jornalismo nas colunas de diversos jornais angolanos. É diretor e redator-chefe do semanário Cultura - Jornal Angolano de Artes e Letras editado em Luanda. Publicou, o seu primeiro livro Chuva Novembrina, em 1981. Membro da União de Escritores Angolanos, em linha natural com todos os jovens escritores da denominada "novíssima geração", a sua produção escrita desponta como reflexo de uma situação histórica demasiado centralizadora e redutora, os seus textos constroem-se como uma unidade que gravita em torno do "sentir" do sujeito poético face à morte das utopias vanguardistas e revolucionárias dos anos 60 e 70 e do seu desencanto com a realidade do presente e a incerteza do futuro.

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