As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX

de António Reis
Editor: Edições Colibri, julho de 2005 ‧
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Lições proferidas por ocasião do XI Curso de Verão do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa realizado em 2002, onde especialistas de vários domínios do saber procederam à elaboração de sínteses das características fundamentais das grandes correntes doutrinárias e ideológicas contemporâneas. António Costa Pinto, Mário Sottomayor Cardia, João madeira, António Reis, Eduardo Prado Coelho, João Ferreira do Amaral, entre outros, reúnem neste volume as suas reflexões políticas e filosóficas sobre o que de mais marcante contribuiu para as mudanças operadas na opinião pública e na sociedade do séc. XX, a que a crise do sistema liberal (1900-1945), os confrontos ideológicos no mundo bipolar (1945-1989) e a globalização deram expressão.

As Grandes Correntes Políticas e Culturais do Século XX

de António Reis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727723973
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: julho de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 228 x 12 mm
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789727723973
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

António Reis

António Reis nasceu em 1927, em Vila Nova de Gaia. Distinguiu-se sobretudo como cineasta e poeta. Foi membro activo do Cineclube do Porto e um dos cultores do chamado Novo Cinema. As suas principais longas-metragens (co-realizadas com Margarida Cordeiro, sua mulher) são Trás-os-Montes (1976) e Ana (1982); co-realizou, com Manoel de Oliveira, O Acto da Primavera (1962). A curta-metragem Jaime (1974) foi premiada no Festival de Cinema de Locarno e o filme Rosa de Areia (1989) estreou no Festival de Berlim. Enquanto poeta, a obra é breve mas fulgurante: dois livros publicados em edição de autor, na década de 1950, posteriormente reunidos no volume Poemas Quotidianos, publicado em 1967 na Portugália, esgotado há décadas e só agora reeditado. António Reis morreu em Lisboa, em 1991.

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