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Poemas Quotidianos

de António Reis

editor: Tinta da China, julho de 2017
POEMAS QUOTIDIANOS, O LIVRO DO POETA E CINEASTA ANTÓNIO REIS ESGOTADO HÁ DÉCADAS, É O NOVO VOLUME DA COLECÇÃO DE POESIA DE PEDRO MEXIA.
«O Portugal dos anos 50 e da transição para a década seguinte é um país em que amplos sectores da população vivem no limiar da pobreza ou numa apertada mediania. É essa a realidade que, em larga medida, se espelha nos poemas elípticos de António Reis, alheios à ênfase retórica e ao tom protestário da lírica de alguns dos seus contemporâneos, e que, antes, atentam nos pequenos nadas do quotidiano, na banalidade de um dia-a-dia de limitados horizontes. Os textos falam de gente que passaja, vira, ou tinge a roupa, ou a deixa, depois de lavar, a enxugar de noite, para a vestir de novo de manhã quando vai para o trabalho.

Tudo isto numa linguagem simples, de ‘poucas palavras’, como um cineasta seu amigo, um dia, dele disse, uma simplicidade construída, acrescente-se, e em que se conta com a cooperação do leitor para completar ou preencher o que apenas é entremostrado ou sugerido.» —Fernando J.B. Martinho

Poemas Quotidianos

de António Reis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896713874
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: julho de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 201 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896713874
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Simplicidade e profundidade!

José Manuel Silva

Sempre associei o nome de António Reis ao cinema e não sabia que também foi poeta. E que poeta fabuloso! Os seus poemas, geralmente muito curtos, fazendo por vezes lembrar o haiku japonês, revelam uma belíssima singularidade e uma musicalidade cativante. Não é fácil aliar a simplicidade à profundidade, mas António Reis fá-lo de uma forma magistral. Recomendo este magnífico livro a todos!

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Poemas Quotidianos

Conceição

Tal como diz o Poeta "Estes poemas começam a ser vividos". Leitura simples mas intensa. Muito interessante esta poesia de viver e aprender.

António Reis

António Reis nasceu em 1927, em Vila Nova de Gaia. Distinguiu-se sobretudo como cineasta e poeta. Foi membro activo do Cineclube do Porto e um dos cultores do chamado Novo Cinema. As suas principais longas-metragens (co-realizadas com Margarida Cordeiro, sua mulher) são Trás-os-Montes (1976) e Ana (1982); co-realizou, com Manoel de Oliveira, O Acto da Primavera (1962). A curta-metragem Jaime (1974) foi premiada no Festival de Cinema de Locarno e o filme Rosa de Areia (1989) estreou no Festival de Berlim. Enquanto poeta, a obra é breve mas fulgurante: dois livros publicados em edição de autor, na década de 1950, posteriormente reunidos no volume Poemas Quotidianos, publicado em 1967 na Portugália, esgotado há décadas e só agora reeditado. António Reis morreu em Lisboa, em 1991.

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