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Arenas Movedizas

de Octavio Paz
idioma: espanhol
Editor: FONDO CULTURA ECONOMICA, Janeiro de 2014 ‧
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La obra de Paz es vasta y versátil, pero al hablar sobre su producción literaria muy poco se dice sobre los cuentos que escribió en 1949 y que agrupó bajo el nombre "Arenas movedizas". Se trata de diez cuentos breves que muchos críticos han considerado "de estirpe fantástica" y que exponen temas como el absurdo, la imaginación y los sentimientos más profundos del ser humano. Gabriel Pacheco (México D.F., 1973) nos propone una ilustración de la obra de Octavio Paz, Arenas Movedizas en un formato grande, A4, con un fondo de tono obscuro con marcas/huellas abstractas de pinturas, por la mayoría degradadas. El fondo refleja un universo indefinido sin forma ni perspectiva. No hay marcas para situarse. Nos sentimos en un mundo que no es real. Su poesía visual nos permite llegar a este otro mundo. Los rostros de los personajes tampoco tienen mucha expresión, parecen muy inciertos. Sin embargo, sus vestidos, sus actitudes, sus posturas reflejan algo sombrío e inquietante. Encontramos este lado tenebroso en las pequeñas historias que nos cuenta Octavio Paz. Evocan la vida de unos personajes en sus momentos más críticos, de sus locuras, en sus pensamientos los más vanos o en sus momentos más difíciles. En Mi vida con la ola, una historia dentro de este libro, el narrador parece enamorado de una ola. De hecho, Octavio Paz personifica la ola como una mujer que aparece en los ojos del narrador como una especie de mujer y con quien es más cómodo vivir. Paralelamente, la ilustración de Gabriel Pacheco representa la personificación de la ola en una mujer. Vemos el enamorado que va hundiéndose en un mundo acuático y desaparece poco a poco el universo. El ilustrador utiliza formas animales para representar los personajes de las historietas de Octavio Paz, técnica igualmente utilizada por el autor. En esta obra, Octavio Paz nos interroga sobre nuestros propios comportamientos infructuosos, estériles y vanos que Gabriel Pacheco traduce en unos dibujos de un universo lúgubre con personajes melancólicos y aciagos.

Arenas Movedizas

de Octavio Paz

Propriedade Descrição
ISBN: 9786071623881
Editor: FONDO CULTURA ECONOMICA
Data de Lançamento: Janeiro de 2014
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 63
Tipo de produto: Livro
Coleção: El Barco De Vapor. R
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9786071623881

SOBRE O AUTOR

Octavio Paz

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1990

Escritor e poeta prolífico mexicano, Octavio Paz nasceu a 31 de março de 1914, na Cidade do México. Filho de um jornalista que se tornou secretário do revolucionário Emilio Zapata e neto de um autor de romances dedicados ao martírio indígena, beneficiou da extensa biblioteca do seu avô, interessando-se desde muito cedo pela literatura. Com o assassinato de Zapata, em 1919, a família de Octavio Paz foi forçada a exilar-se, demorando-se algum tempo nos Estados Unidos da América. De regresso ao México, ingressou no curso de Direito da Universidade Nacional mas, ambicionando vir a tornar-se poeta, não chegou a obter o seu diploma. Estreou-se em 1933 com a publicação da sua primeira coletânea de poemas, Luna Silvestre.
Em 1937 partiu para Espanha, com o intuito de tomar assento no Segundo Congresso Internacional de Escritores Anti-Fascistas, a decorrer na cidade de Valencia, mas acabou por combater nas fileiras republicanas durante a Guerra Civil Espanhola. Teve ocasião de conhecer colegas como Ilja Ehrenburg, André Gide e André Malraux. Simpatizando com os ideais comunistas, publicou nesse mesmo ano de 1937 Bajo Tu Clara Sombra y Otros Poemas e No Pasarán! obras que refletem as suas experiências em solo espanhol. Em 1938 participou na fundação de uma revista, Taller, que procurava estabelecer uma nova geração de escritores no México, ansiando pela liberdade em tons de surrealismo. Em 1943 viajou até aos Estados Unidos da América munido de uma bolsa atribuída pela Fundação Guggenheim, tomando contacto com a poesia modernista na Universidade de Berkeley.
Em 1945 entrou ao serviço do Corpo Diplomático Mexicano e foi enviado para Paris, onde escreveu Liberdad Bajo Palabra (1949) e El Laberinto De La Soledad (1950). Publicou a sua primeira experiência em prosa poética em 1951, com o título Águila O Sol?, e em 1956 apareceu El Arco Y La Lira, um ensaio sobre as literaturas francesa e espanhola. Depois de ter composto Piedra De Sol (1957) e cumprido uma missão no Japão, Octavio Paz foi nomeado embaixador do México na Índia, em 1962. Acabou por se demitir em 1968, em sinal de protesto contra o massacre dos estudantes na Praça Tlateloco, que se manifestavam contra o governo pouco tempo antes dos Jogos Olímpicos do México.
Seguiu então uma carreira académica, marcada pela passagem por instituições de prestígio como as universidades de Cambridge e de Harvard, mantendo a atividade editorial. Foi galardoado com inúmeros prémios, entre os quais se destacam o Neustadt, em 1982, e o Nobel da Literatura, em 1990.
Octavio Paz faleceu a 19 de abril de 1998.

Octavio Paz. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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