Amor de Perdição

de Camilo Castelo Branco
Editor: Difel, junho de 2009 ‧
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Este romance, ou novela, como pretendem alguns, tem um traço shakespeareano, e é o livro mais traduzido do escritor, tendo sido, também, adaptado ao cinema por várias vezes. Escrito na prisão, em 15 dias, assinala a fase de plena maturidade artística de Camilo Castelo Branco.
Duas famílias nobres, os Botelho e os Albuquerque, vêem o ódio mútuo ameaçado pelo amor entre Simão Botelho e Mariana Albuquerque. Simão é um herói romântico, cujos erros passados são redimidos pelo amor; Teresa, uma heroína firme e resoluta em seu sentimento de devoção ao amado. O amor entre estes dois jovens, um amor puro, é contrariado pelo mundo exterior, o hipócrita mundo dos adultos. Essa será a causa da perdição dos amantes, ele como assassino, por amor dela, e ela tuberculosa, por amor dele.
A morte de ambos arrasta também a de Mariana, apaixonada por Simão, a mais romântica das personagens, e que procura a morte por não querer sobreviver à morte do amado.

Amor de Perdição

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722909310
Editor: Difel
Data de Lançamento: junho de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 229 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722909310

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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