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Alves & C.ª

de Eça de Queiroz
idioma: espanhol
Editor: REY LEAR, S.L., julho de 2001 ‧
15,79€
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El señor Alves y su socio Machado, algo más joven que él, comparten negocio en Lisboa. El casado Alves ve con simpatía los escarceos amorosos del soltero Machado hasta que un día lo descubre en los brazos de su mujer. A partir de ese adulterio, Eça de Queiroz construye una de sus novelas más ágiles y divertidas. Sentimientos como los celos inherentes al engaño y la venganza han de compaginarse con los asuntos comerciales que atan a los protagonistas. Dejando a un lado el fatalismo amoroso de Flaubert que impregnaba la literatura de la época, la ironía y el sentido del humor se imponen en las relaciones entre ambos socios, lo que desemboca en un final tan inesperado como deslumbrante. En Alves & C.ª está lo mejor de la literatura de su autor: la aguda visión de la sociedad portuguesa a caballo entre los siglos XIX y XX, la credibilidad de los personajes, definidos con sutiles pinceladas que encuentran la sonrisa cómplice del lector; la naturalidad de los diálogos y el empleo de un lenguaje preciso que siempre es limpio y efectivo, de una belleza ajena a juegos barrocos. La traducción de Juan Lázaro salvaguarda en español la brillantez del texto original que, como ocurre con los grandes clásicos de la Literatura, ha logrado mantenerse vivo pese al paso del tiempo.

Alves & C.ª

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9788493524548
Editor: REY LEAR, S.L.
Data de Lançamento: julho de 2001
Idioma: Espanhol
Dimensões: 155 x 236 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 132
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788493524548

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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