Alfredo de Andrade (1839-1915)

Da pintura à invenção do Património

Livro 1

de Lucília Verdelho da Costa
Editor: Vega, abril de 1997 ‧

Alfredo de Andrade (1839-1915)

Da pintura à invenção do Património

de Lucília Verdelho da Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726995395
Editor: Vega
Data de Lançamento: abril de 1997
Idioma: Português
Dimensões: 172 x 236 x 37 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 618
Tipo de produto: Livro
Coleção: Artes/História
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789726995395
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Lucília Verdelho da Costa

Lucília Verdelho da Costa, natural de Mirandela, é historiadora e crítica de arte, domínio em que publicou numerosas obras, artigos e outros trabalhos de investigação. Destas publicações merecem especial destaque como estudos pioneiros da arte, do restauro do património e da crítica de arte e da literatura, as seguintes obras: Ernesto Korrodi: 1889-1944. Arquitectura. Ensino e Restauro do Património (Lisboa, Editorial Estampa, 1997); Alfredo de Andrade. Da Pintura à Invenção do Património (Lisboa, Editora Vega, 1997); 25 Séculos de Cerâmica (Lisboa, Editorial Estampa, 2000) ; Cantarias Artísticas de Lisboa (Lisboa, Inapa, 2000); Fialho d’Almeida. Um decadente em revolta (Lisboa, Editora Frenesi, 2004).

Ao publicar Versos vagabundos, Fragmentos de Mármore sob a chancela da Editora Lema d’Origem, a Autora pretendeu essencialmente prestar homenagem à terra em que nasceu e viveu até ao final da adolescência. Transferindo-se sucessivamente para Coimbra e para Lisboa, e, depois, para Paris, estes versos espelham as vivências dessas deambulações, ritmadas por retornos, ausências, em sempiterna inquietação. Nas suas deslocações para Nancy, onde lecionou, ou para Itália, onde a sua obra académica está profundamente ancorada, jogam-se interstícios da memória, numa ambivalência constante entre as luzes do Norte e a atração pelo Sul, e a incomparável arte da Beleza. E, no entanto, a terra natal é sempre evocada, a infância surgindo intacta por entre as luzes tamisadas do Norte e os fragmentos dispersos do mármore das estátuas, tempo esculpido para além do Tempo, memória perdida e sempre reencontrada.

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