Alfabetos
SINOPSE
Os livros que nos formam, os que nos ferem, os que nos curam, os que permitem que conheçamos o mundo e organizemos a visão que temos dele.
Alfabetos é também uma reflexão sobre as contradições trágicas da literatura e dos seus autores, capazes de fazer chegar a todos princípios de humanidade, mas também de os violar. Daí também a reflexão final - apaixonada e lúcida - sobre a relação da literatura com a ética e a política, reflexão essa que destaca a necessidade que a contemporaneidade tem do empenho e, por outro lado, a necessidade da irresponsabilidade da poesia.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«O escritor europeu por excelência.»
Times Literary Supplement
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897221309 |
| Editor: | Quetzal Editores |
| Data de Lançamento: | outubro de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 237 x 30 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 464 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897221309 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Crónicas literárias
Ricardo Reis
Neste conjunto de crónicas, Magris parte da literatura para falar de liberdade, de amor, de política, da vida. Alguns dos textos são verdadeiramente emocionantes revelam uma erudição que parece cada vez mais escassa. Recomendo a todos os que se interessam por literatura e por melhor pensar o mundo em que vivemos.
A memória da escrita
Bernardo Pinto de Almeida
Um escritor trabalha, inevitavelmente com a memória. Não apenas com a sua, pessoal, mas com toda a memória da literatura: do que viu, sentiu, ouviu, pensou ao ler, como escritor, não só o mundo como também os livros que atravessou. Claudio Magris, grande escritor, tem essa memória densa que distingue os grandes escritores, e este livro de digressões evidencia-o a cada linha. A sua memória contém todo o mundo que viu com os seus próprios olhos, mas também aquele que foi ver através dos olhos de todos os outros. É isso que nos dá a partilhar.
Alfabetizando
Maria Teresa Meireles
Uma escrita densa e condensada, pessoal, uma somatização de livros e leituras que têm como ponto comum a Europa/Ocidente. A escrita de Magris, neste e sobretudo noutros dos seus livros, é pouco envolvente, por vezes dura ou desgarrada, outras mais sóbria, mas...
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