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Agua, Perro, Caballo, Cabeza

de Gonçalo M. Tavares
idioma: espanhol
Editor: XORDICA, Janeiro de 2010 ‧
10,20€
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Un cliente empieza a golpear a una prostituta. Un invitado levanta la tapa de una cacerola y encuentra la cabeza de un gato. Un hombre se siente perseguido por Napoleón Bonaparte. Otro medita sobre el espantoso destino que espera a una niña fea. Una mujer recuerda que un hombre que acaba de morir nunca compraba carne porque no tenía dientes, y estalla en carcajadas.Son algunas de las perturbadoras historias que cuenta en "Agua, perro, caballo, cabeza" Gonçalo M. Tavares, uno de los autores con más proyección de las letras portuguesas. Con un lenguaje directo y sincopado, y con ecos de Kafka y Beckett, Tavares construye magistralmente un mundo repleto de violencia, misterio y accidentes: un lugar extrañamente familiar y levemente siniestro, en el que cuesta muy poco entrar pero que resulta muy difícil de olvidar.

Agua, Perro, Caballo, Cabeza

de Gonçalo M. Tavares

Propriedade Descrição
ISBN: 9788496457461
Editor: XORDICA
Data de Lançamento: Janeiro de 2010
Idioma: Espanhol
Dimensões: 133 x 203 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788496457461

SOBRE O AUTOR

Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares é autor de uma vasta obra que está a ser traduzida em mais de sessenta países. A sua linguagem em rutura com as tradições líricas portuguesas e a subversão dos géneros literários fazem dele um dos mais inovadores escritores europeus da atualidade. Recentemente, Le Quartier (O Bairro), de Gonçalo M. Tavares, recebeu o prestigioso Prix Laure-Bataillon 2021, atribuído ao melhor livro traduzido em França, sucedendo assim à Nobel da Literatura Olga Tokarczuk, que recebeu este prémio em 2019, e ao escritor catalão Miquel de Palol. Ainda em 2021, O Osso do Meio foi também distinguido no Oceanos, um dos mais relevantes prémios de língua portuguesa. De entre a sua vasta bibliografia, vinte e duas das suas obras já foram distinguidas, em diversos países. Foi seis vezes finalista do prémio Oceanos, tendo sido premiado três vezes. Foi ainda duas vezes finalista do Prix Médicis e duas vezes finalista do Prix Femina, entre outras distinções de relevo, como o Prix du Meilleur Livre Étranger em 2010. Saramago vaticinou-lhe o Prémio Nobel. Vasco Graça Moura escreveu que Uma Viagem à Índia dará ainda que falar dentro de cem anos. A The New Yorker afirmou que, tal como em Kafka e Beckett, Gonçalo M. Tavares mostrava que a «lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão».

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