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Activismos, Redes e Práticas Comunicacionais
Editor:
Documenta, março de 2024 ‧
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SINOPSE
Isabel Babo: «Em termos de investigação, quando outrora se inscrevia, principalmente, no campo da sociologia, da história e da ciência política, o activismo reverteu-se num objecto presente nos estudos em comunicação, em grande parte graças às práticas comunicacionais activistas que usam as novas tecnologias de informação e comunicação.»
Autores: Ana Cristina Suzina, Carla Cerqueira, Isabel Babo, João Pissarra Esteves, Louis Quéré, Luís M. Loureiro, Maria Augusta Babo, Maria Teresa Cruz, Rui Pereira
Que as práticas activistas são tecnologicamente mediadas, usam os media sociais, recorrem a e criam práticas comunicacionais e novos reportórios, com consequências sociais, culturais e políticas, é uma realidade que se oferece a uma infinidade de estudos e de perspectivas. Da diversidade desses fenómenos emanam, nesta obra, diferentes olhares que recortam temas e problemas diversos, precisamente sobre os activismos, as redes digitais, as novas modalidades de comunicação e de mobilização colectiva, as relações entre media e indivíduos, colectivos e cidadãos.
As abordagens aqui presentes abrangem a problematização da contaminação do activismo social pelas relações públicas; a reflexão sobre a ciência cidadã como um modo de activismo; as emoções colectivas no activismo e na confluência de uma causa comum; o carácter transnacional dos feminismos, numa perspectiva interseccional e marcada pelos afectos; a formação de uma causa activista comum sobre problemas globais e particulares; o programa político-jornalístico da WikiLeaks em confronto com o dispositivo político-mediático internacional; os casos WikiLeaks e Panama Papers e a captura do jornalismo de investigação e da prática jornalística; e, por último mas não em último, o uso de media populares locais para o reconhecimento de identidades e autonomia de um território.
Trata-se de abordagens plurais sobre comunicação e activismo que apelam à leitura e a uma recepção activa.
Autores: Ana Cristina Suzina, Carla Cerqueira, Isabel Babo, João Pissarra Esteves, Louis Quéré, Luís M. Loureiro, Maria Augusta Babo, Maria Teresa Cruz, Rui Pereira
Que as práticas activistas são tecnologicamente mediadas, usam os media sociais, recorrem a e criam práticas comunicacionais e novos reportórios, com consequências sociais, culturais e políticas, é uma realidade que se oferece a uma infinidade de estudos e de perspectivas. Da diversidade desses fenómenos emanam, nesta obra, diferentes olhares que recortam temas e problemas diversos, precisamente sobre os activismos, as redes digitais, as novas modalidades de comunicação e de mobilização colectiva, as relações entre media e indivíduos, colectivos e cidadãos.
As abordagens aqui presentes abrangem a problematização da contaminação do activismo social pelas relações públicas; a reflexão sobre a ciência cidadã como um modo de activismo; as emoções colectivas no activismo e na confluência de uma causa comum; o carácter transnacional dos feminismos, numa perspectiva interseccional e marcada pelos afectos; a formação de uma causa activista comum sobre problemas globais e particulares; o programa político-jornalístico da WikiLeaks em confronto com o dispositivo político-mediático internacional; os casos WikiLeaks e Panama Papers e a captura do jornalismo de investigação e da prática jornalística; e, por último mas não em último, o uso de media populares locais para o reconhecimento de identidades e autonomia de um território.
Trata-se de abordagens plurais sobre comunicação e activismo que apelam à leitura e a uma recepção activa.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895681181 |
| Editor: | Documenta |
| Data de Lançamento: | março de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 159 x 220 x 22 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 280 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Comunicação e Jornalismo
|
| EAN: | 9789895681181 |
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