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Acordo Ortográfico - Um Beco com Saída

de Nuno Pacheco

editor: Gradiva, julho de 2019
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O Acordo Ortográfico de 1990 nasceu de um perigoso casamento: o do medo com a mentira. O medo é de que no Brasil se ouça um grito do Ipiranga linguístico e a língua portuguesa, ali, passe a denominar-se brasileiro. A mentira é a de que o português era a única língua com duas ortografias oficiais. Só que a miragem da unificação favorece quem defende o brasileiro; e a ortografia, por mais que se afiance o contrário, tende a ser plural nos idiomas mais difundidos no globo.

Isto não impediu que no universo da língua portuguesa surgisse algo de que nenhuma outra língua precisou para sobreviver, singrar ou até expandir-se: um Acordo Ortográfico. Mas os seus arautos, ainda que não o saibam (ou não queiram saber), são já parte de um pequeno exército retrógrado, a lutar contra a evolução natural da escrita, porque esta passa pela fixação e reconhecimento das variantes ortográficas nacionais e não pela sua unificação.

Dito isto, o Acordo Ortográfico é um embuste. Meteu-nos num beco, mas esse beco tem saída. Assim haja coragem e vontade política para abandonar de vez esta quimera.

Acordo Ortográfico - Um Beco com Saída

de Nuno Pacheco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896169145
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: julho de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 230 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Coleção: Trajectos Portugueses
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9789896169145
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Uma perspectiva sobre o AO90

Paulo Martins

Nunca poderemos agadecer o suficiente a Nuno Pacheco pela luta incansável em defesa da Língua Portuguesa. Pacheco denuncia a entropia que o acordo ortográfico tem causado do ponto de vista linguístico. Aponta fraquezas, incongruências e falhas no AO90 que são já conhecidas e desmistifica a unificação ortográfica entre Portugal e o Brasil, que é uma miragem, uma farsa desde o início. Aponta também soluções para este problema. Uma leitura muito actual.

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Uma perspectiva sobre o AO90

Paulo Martins

Nunca poderemos agradecer o suficiente a Nuno Pacheco pela defesa abnegada que faz da Língua Portuguesa. O jornalista volta a denunciar mais uma vez a falácia subjacente ao controverso Acordo Ortográfico de 1990. Aponta incongruências e contradições, traça uma resenha histórica relativa ao AO90, demonstra com exemplos e argumentos fundamentados as desvantagens do acordo. Indica também soluções para resolver este impasse. Em suma, todos deveríamos ler este livro.

Nuno Pacheco

Nuno Pacheco nasceu em Lisboa, em 1955. Iniciou-se no jornalismo em 1977, no semanário Voz do Povo. Integrou os quadros do semanário Expresso de 1981 a 1989. Cofundador, em 1989, do diário Público, do qual foi diretor adjunto até 2016, é atualmente um dos seus redatores-principais. Foi distinguido, em 2018, com o prémio de Jornalismo Cultural pela Sociedade Portuguesa de Autores.

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