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Absurdos

de Antonio Di Benedetto
idioma: espanhol
Editor: Adriana Hidalgo Editora, setembro de 2025 ‧
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Los relatos que integran este libro fueron escritos por Di Benedetto en la cárcel, preso por la dictadura militar argentina entre marzo de 1976 y septiembre de 1977. Durante su cautiverio fue golpeado y sometido a cuatro simulacros de fusilamiento. No pod¡a escribir, porque destru¡an sus papeles, pero encontró un ardid. Le mandaba cartas a una amiga que comenzaban âÇúAnoche tuve un sue?o muy lindo: voy a contárteloâǪâÇÑ. As¡ transcrib¡a los textos de sus cuentos, con letra microscópica, que hab¡a que leer con lupa y en los que abundan situaciones de invasión y peligro en espacios reducidos. Absurdos  se publicó por primera vez en Espa?a en 1978 y a once cuentos inéditos sumaba otros cuatro publicados, ofreciendo as¡ una deslumbrante antolog¡a de su labor como cuentista, con t¡tulos inolvidables como âÇúCaballo en el salitralâÇÑ o âÇúAballayâÇÑ.

Absurdos

de Antonio Di Benedetto

Propriedade Descrição
ISBN: 9788419208996
Editor: Adriana Hidalgo Editora
Data de Lançamento: setembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788419208996

SOBRE O AUTOR

Antonio Di Benedetto

Jornalista, guionista e escritor, Antonio Di Benedetto nasceu em Mendoza, na Argentina, em 1922. Começou a escrever e a publicar contos logo em adolescente, retirando muito da sua inspiração das obras de Dostoiévski e Pirandello, tendo ganhado vários prémios com a sua primeira coletânea, Mundo Animal, de 1953.
Em 1956, publica Zama, livro que lhe vale rasgados elogios por parte da crítica e pares, comparando-o aos melhores trabalhos de nomes como Proust, Cortázar ou Camus. Seguir-se-ão romances como O Silencieiro (1964) e Los Suicidas (1969), que confirmam o seu lugar na literatura do século XX.
Em 1976, durante o regime ditatorial do General Videla, Di Benedetto é encarcerado e torturado, permanecendo preso durante um ano. Após a sua libertação, parte para Espanha, onde se exila, regressando à Argentina apenas em 1984, dois anos antes da sua morte.

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