A Vida Íntima de Laura

de Clarice Lispector; Ilustração: Flor Opazo
Editor: Relógio D'Água, agosto de 2012 ‧
Para contar a vida íntima de alguém é necessário compreender detalhes simples em que geralmente não reparamos. Laura é uma galinha quase vulgar, não fosse o jeito especial como a sua história é contada. Meio castanha, meio ruiva Laura tem um pescoço muito feio mas é bonita por dentro, além de ser bem simpática. Não é muito inteligente, mas não é burra de todo porque ao ciscar escolhe coisas que não lhe fazem mal. Laura é casada com Luís, um galo vaidoso que gosta muito dela. Dos muitos ovos que pôs, nasceu Hermany, um pintainho guloso de quem Laura e Luís se orgulham.

Aprender a observar é quase contar uma história. É uma aventura emocionante que todos nós deveríamos experimentar. O leitor já alguma vez tentou?

A Vida Íntima de Laura

de Clarice Lispector; Ilustração: Flor Opazo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896412944
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: agosto de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 243 x 8 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Coleção: Universos Mágicos
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
EAN: 9789896412944
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 7

SOBRE O AUTOR

Clarice Lispector

A 10 de dezembro de 1920, nasce Clarice Lispector, que viria a tornar-se figura maior da literatura do século XX. Recebe, ao nascer numa aldeia da Ucrânia, o nome «Haia», que em hebraico significa «vida». No contexto de guerra civil e das perseguições à comunidade judaica — os pogroms —, a família decide emigrar: em 1922, Clarice Lispector aporta no Nordeste do Brasil, acompanhada pelos pais e as duas irmãs. Mudam de nome, começam uma nova vida.
Em 1939, Clarice Lispector vai estudar Direito no Rio de Janeiro. No ano seguinte, começa a trabalhar como jornalista e publica, numa revista, o primeiro conto. Não mais para de escrever. Perto do coração selvagem, o romance de estreia, sai em 1943, ano em que a escritora se casa com um diplomata brasileiro, seu colega de faculdade. Dez anos mais tarde, este romance sai em França, com capa de Henri Matisse, inaugurando um percurso internacional fulgurante.
A partir de 1944, Clarice Lispector vive em Nápoles, Berna, Torquay e Washington, acompanhando o marido na carreira diplomática. Regressa ao Brasil em 1959, após o divórcio. Morre em 1977, no Rio de Janeiro.
Escritos ao longo de quase quatro décadas, de Clarice Lispector estão publicados no Brasil cerca de vinte livros de ficção (entre romance e conto), vários volumes de crónicas, correspondência e artigos, e cinco livros para a infância. Autora de uma obra de incomparável relevância – publicada em Portugal, a partir de 2025, pela Companhia das Letras – e acolhida nas mais prestigiadas editoras de todo o mundo, Clarice Lispector é um ícone da literatura.

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