A Vida de Nosso Senhor

de Charles Dickens
idioma: português do brasil
Editor: Martins Fontes, novembro de 2003 ‧
12,72€
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Charles Dickens escreveu A Vida de Nosso Senhor entre 1846 e 1849, justamente no tempo em que terminava David Copperfield. Ao contar novamente a vida de Jesus Cristo, baseado no Evangelho de São Lucas, Dickens esperava ensinar a seus filhos pequenos religião e fé. Como o escreveu exclusivamente para eles, Dickens recusou-se a permitir a publicação. Por oitenta e cinco anos o manuscrito foi guardado como precioso segredo de família, e foi passado de parente a parente.

Quando Dickens morreu em 1870, o manuscrito foi deixado à sua cunhada, Georgina Hogarth. Daí ele passou ao filho de Dickens, Sir Henry Fielding Dickens, com a advertência de que não poderia ser publicado enquanto algum filho de Dickens vivesse. Nas vésperas do Natal de 1933, Sir Henry, então o último filho vivo de Dickens, morreu, deixando o manuscrito de seu pai a sua esposa e a seus filhos. E em testamento deixou a eles o direito de tomar a decisão de publicar A Vida de Nosso Senhor. Por maioria de votos, viúva e filhos decidiram publicar o livro em Londres.

Em 1934, Simon & Schuster publicaram a primeira edição americana, que se tornou um dos livros mais vendidos do ano.

A Vida de Nosso Senhor

de Charles Dickens

Propriedade Descrição
ISBN: 9788533617902
Editor: Martins Fontes
Data de Lançamento: novembro de 2003
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 126 x 182 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788533617902

SOBRE O AUTOR

Charles Dickens

Charles Dickens (1812-1870) é reconhecido hoje como o primeiro escritor com verdadeira projeção global.
Dickens criou algumas das melhores personagens literárias de todos os tempos e foi um dos pioneiros mais importantes na defesa dos direitos das crianças em Inglaterra. O facto de ter sido obrigado a abandonar a escola para trabalhar numa fábrica quando o pai foi preso por dívidas marcou-o profundamente, levando-o a transformar essa realidade no tema principal de algumas das suas obras.
Apesar da falta de instrução formal, foi diretor do jornal literário mais importante do seu tempo durante cerca de 20 anos, escreveu várias novelas, largas centenas de contos, ensaios e artigos, bem como quinze romances. A importância da sua obra alcançou uma grandeza de tal ordem, que muitas das suas personagens são referências incontornáveis – como são os casos de Oliver Twist, Fagin, Ebenezer Scrooge ou a Menina Havisham – mesmo para aqueles que nunca leram os seus livros.
Dickens foi igualmente um orador famoso, muito empenhado nas causas do seu tempo, e um grande agitador social que reivindicou, a par dos direitos das crianças, a necessidade de criar condições minimamente dignas que a era da Revolução Industrial parecia querer destruir definitivamente.

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