A Vida Das Abelhas

de Maurice Maeterlinck
idioma: português do brasil
Editor: Alvorada/Martin Claret, Janeiro de 2002 ‧
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O destino do homem e a natureza eram as matérias-primas do autor. Seus estudos sobre as flores, as abelhas, as formigas e as térmitas são trabalhos de extrema sabedoria e beleza. Nesta obra, o autor une a divulgação científica à metáfora sobre a sociedade humana, revelando ao leitor os segredos mais encantadores da natureza, mostrando o equilíbrio sábio entre os mundos em que a presença da inteligência é questionável e que, no entanto, a organização e ética parecem bastante superiores aos da vida a qual chamamos inteligente.

A Vida Das Abelhas

de Maurice Maeterlinck

Propriedade Descrição
ISBN: 9788572324397
Editor: Alvorada/Martin Claret
Data de Lançamento: Janeiro de 2002
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 118 x 182 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 159
Tipo de produto: Livro
Coleção: A Obra-Prima De Cada Autor
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788572324397

SOBRE O AUTOR

Maurice Maeterlinck

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1911

Dramaturgo e poeta belga, nascido em 1862, em Ghent, e falecido em 1949, em Nice. Embora tenha estudado Direito, ao sentir que não tinha muita aptidão para a carreira de advocacia decidiu dedicar-se à Literatura. Ao deslocar-se a Paris, travou conhecimento com muitos poetas simbolistas, entre os quais se destaca a figura de Villiers de l'Isle Adam, de quem recebeu influência.
Em 1899 compôs uma antologia de poemas simbolistas intitulada Serres Chaudes. No mesmo ano obteve notoriedade com a crítica favorável de Octave Mirbeau (crítico literário do jornal Le Figaro) à sua primeira obra teatral La Princesse Maleine (1889). Provocou ainda grande impacto com a peça Pelléas et Mélisande (1892), considerada uma obra-prima do drama simbolista e transformada em ópera por Claude Debussy.
A maioria das suas obras caracteriza-se por um certo fatalismo, misticismo e pela constante presença da morte.
A riqueza da sua imaginação está ainda presente em obras como L'Intruse (1890), Alladine et Palomides (1894), Aglavaine et Sélysette (1896), ensaios filosóficos e científicos La vie des abeilles (1900), L'Intelligence des Fleurs (1907), La vie des Fourmis e as peças Joyzelle (1903) e L'Oiseau Bleu (1909). Em 1911 foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura e em 1932 foi-lhe atribuído o título de conde da Bélgica.

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