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A Rosa do Povo

de Carlos Drummond de Andrade
Editor: Companhia das Letras, fevereiro de 2017 ‧
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Uma das obras mais expressivas do movimento modernista brasileiro, A rosa do Povo é, também, um legado sobre a beleza múltipla da vida, onde passado e presente, guerra e paz, cidade e campo, amor e morte são testemunhos da infinita riqueza de tudo quanto existe.

A Rosa do Povo

de Carlos Drummond de Andrade

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896651701
Editor: Companhia das Letras
Data de Lançamento: fevereiro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 230 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896651701

Rosas para toda a gente.

Valeriano Varela

Palavras doces, poesia bela. O que mais posso pedir deste livro? Adoro este autor pela sua natureza. Indispensável esta obra para quem gosta mesmo de poesia. Ler este livro é preciso.

SOBRE O AUTOR

Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta, cronista, ficcionista, tradutor, foi uma das figuras maiores da literatura brasileira do século XX, a par de Manuel Bandeira e João Guimarães Rosa. Com uma longa carreira literária, produziu extensa obra em quase todos os géneros disponíveis, deixando ainda vasto conjunto de inéditos. Em 1962, supondo ter chegado perto do fim da vida ativa, publicou a célebre Antologia poética, em que dividiu os poemas selecionados por categorias temáticas, conjugando a exigência da seleção com um princípio de organização que se tornou orientação para a leitura da diversidade da sua poesia. Homem tímido e delicado, trabalhou como funcionário público durante 35 anos, viveu a maior parte da vida no Rio de Janeiro, embora tenha nascido em Itabira, no estado de Minas Gerais. A ligação à terra natal, aos homens, à família e à província é um dos traços que singularizam a sua poesia, de par com a liberdade de composição, o humor e o sentimento do mundo, como tão bem notou Manuel Bandeira: «Ternura e ironia agem na sua poesia como um jogo automático de alavancas de estabilização: não há manobra falsa nesse admirável aparelho de lirismo.»

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