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A Prática da Presença de Deus

de Frei Lourenço da Ressurreição
Editor: Paulinas Editora, Janeiro de 2026 ‧
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Livro de cabeceira de Leão XIV, A Prática da Presença de Deus é uma joia da espiritualidade cristã. O seu autor, Lourenço da Ressurreição (1614-1691), viveu ao serviço dos seus irmãos carmelitas, primeiro como cozinheiro, depois como sapateiro remendão. Foi entre tachos e panelas que ganhou o hábito de se pôr permanentemente na presença do Senhor, fazendo até as tarefas mais insignificantes por amor d’Ele.

Nas suas cartas e máximas, dá um testemunho atordoante da tectónica transformação interior operada pela sua resolução de tudo fazer animado do mais vertiginosamente desinteressado amor por Deus, fundado numa confiança absoluta na extravagante bondade do Pai.

A sua proposta, desarmantemente moderna, é que o leitor viva em continuada conversação amorosa com Aquele que está sempre com ele, porque o habita; desse modo, esbatem-se proveitosamente as fronteiras entre o templo e a cozinha, o retiro espiritual e o quotidiano agitado, a contemplação e a ação: todo o tempo é tempo para o encontro, é tempo com Deus.

A Prática da Presença de Deus

de Frei Lourenço da Ressurreição

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895900350
Editor: Paulinas Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 210 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Coleção: Sabedoria Cristã
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 5603658164091

Sublime na simplicidade

P. Reis

O autor expressa de uma forma acessível a todos uma via para viver em Deus.

SOBRE O AUTOR

Frei Lourenço da Ressurreição

Lourenço da Ressurreição (1614-1691), de seu nome de batismo Nicolas Herman, nasceu na Lorena no começo do século XVII. Teve uma primeira experiência mística ainda na juventude, mas não abraçou de imediato a vida religiosa: só aos 26 anos ingressou no Carmelo, depois de ter participado na Guerra dos Trinta Anos, conflito de que trouxe mazelas físicas que o acompanharam a vida toda. No convento, serviu como cozinheiro e, mais tarde, como sapateiro remendão. Foi no desempenho dessas humildes tarefas que descobriu o seu singular caminho espiritual, que verteu nas cartas e máximas que escreveu, compiladas, juntamente com o relato de quatro conversas tidas com um dos muitos visitantes que batiam à porta do Carmelo atraídos pela fama do seu exemplo, em A prática da presença de Deus.

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