A Palavra na Arte
Editor:
MoDocromia, abril de 2019 ‧
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SINOPSE
[…]
Reflexos mudos, as obras de arte procuram a duplicação
do dizer, e o poeta espreita, é preciso que ele habite
o próprio artista, e alguns escrevem, mas há poetas que
não dispensam as imagens e reservam algum tempo a
desenhar e a pintar, também. Amorosamente as palavras
e as imagens, enquanto necessidade conjunta, fazem
do artista e do poeta irmãos da vida, um e outro
têm uma experiência sensorial sem invalidar as explicações
mais racionais, que justificam um diálogo alargado
com quem de fora se interroga sobre o universo
criativo e a função da arte.
Deixo a palavra ir ao céu da boca, escreve Aurora Gaia logo no começo do presente livro, e eu penso na força que os nomes ganham quando saem na declamação, sobrevivendo à angústia das mãos para desespero dos olhos, onde a luz irrompe porque nenhum sol brilha, e dentro habita a razão do corpo. A razão do corpo não pode ficar presa quando se apagam as luzes e outras luzes se acendem.
Os sublinhados são obviamente palavras de Aurora Gaia, retirados dos poemas dedicados a pessoas que realizam arte, mas a autora não se anula, está dentro, completamente entregue e grita, para tentar colorir a esperança. E bem precisamos de esperança alargada ao mundo onde o artista e, obviamente, o poeta, devem ser à maneira deles agentes de mudança da vida para a paz, contudo eles precisam de outros companheiros, gente da educação e da política a vários níveis do debate de ideias.
Do prefácio de Emerenciano Rodrigues
Reflexos mudos, as obras de arte procuram a duplicação
do dizer, e o poeta espreita, é preciso que ele habite
o próprio artista, e alguns escrevem, mas há poetas que
não dispensam as imagens e reservam algum tempo a
desenhar e a pintar, também. Amorosamente as palavras
e as imagens, enquanto necessidade conjunta, fazem
do artista e do poeta irmãos da vida, um e outro
têm uma experiência sensorial sem invalidar as explicações
mais racionais, que justificam um diálogo alargado
com quem de fora se interroga sobre o universo
criativo e a função da arte.
Deixo a palavra ir ao céu da boca, escreve Aurora Gaia logo no começo do presente livro, e eu penso na força que os nomes ganham quando saem na declamação, sobrevivendo à angústia das mãos para desespero dos olhos, onde a luz irrompe porque nenhum sol brilha, e dentro habita a razão do corpo. A razão do corpo não pode ficar presa quando se apagam as luzes e outras luzes se acendem.
Os sublinhados são obviamente palavras de Aurora Gaia, retirados dos poemas dedicados a pessoas que realizam arte, mas a autora não se anula, está dentro, completamente entregue e grita, para tentar colorir a esperança. E bem precisamos de esperança alargada ao mundo onde o artista e, obviamente, o poeta, devem ser à maneira deles agentes de mudança da vida para a paz, contudo eles precisam de outros companheiros, gente da educação e da política a vários níveis do debate de ideias.
Do prefácio de Emerenciano Rodrigues
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895430369 |
| Editor: | MoDocromia |
| Data de Lançamento: | abril de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 219 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 78 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | A Água e a Sede |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789895430369 |
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