Paulo Marçalo
Paulo Marçalo, nasceu a 9 de dezembro de 1974 na Figueira da Foz, onde residiu na vila piscatória da Cova – Gala até aos 43 anos, vivendo atualmente em Coimbra.
Foi na Figueira da Foz que completou o 12º Ano, na Escola Secundária Joaquim de Carvalho. E, mais tarde, o Curso de Marinheiro Pescador, abraçando a faina marítima por vários períodos em embarcações como Cavaleiro, Príncipe do Vouga, Imperador, Marco Flávio, Pepitos e Divino Infante. Intercalando com o trabalho fabril na Vidreira do Mondego, Fábrica Soporcel, CELBI e CLIPER Cerâmica. Encontra-se atualmente no Intermarché de Santa Clara, Coimbra.
Começou a escrever os primeiros poemas em 1994, como uma necessidade latente de autodescoberta. Em 1997, envereda por uma poética de catarse, sôfrego que estava de vida e mudança. Mas a fruição sistemática da escrita acontece em 2016, como processo criativo e de encontro com o seu Eu e o Mundo.
Participou em antologias poéticas como: Antologia da Lusofonia Eclética III, 2018, Edições Colibri, Lisboa; Antologia da Lusofonia Eclética IV, 2018, Edições Colibri, Lisboa; Coletânea de Poesia Mundo(s) I, 2018, Edições Colibri, Lisboa; Opúsculo Poético: Confissões, 2018, Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, Águeda; Coletânea de Poesia Mundo(s) III, 2019, Edições Colibri, Lisboa; poemas encenados e lidos em vários locais integrados em eventos culturais, como na Reitoria da Universidade de Aveiro, Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, Rádio Foz do Mondego, Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa.
Encontra-se a desenvolver o projeto de uma Galeria de Arte e Cultura, VIEIRA DUQUE, em Coimbra, no Adro de Cima.
Foi na Figueira da Foz que completou o 12º Ano, na Escola Secundária Joaquim de Carvalho. E, mais tarde, o Curso de Marinheiro Pescador, abraçando a faina marítima por vários períodos em embarcações como Cavaleiro, Príncipe do Vouga, Imperador, Marco Flávio, Pepitos e Divino Infante. Intercalando com o trabalho fabril na Vidreira do Mondego, Fábrica Soporcel, CELBI e CLIPER Cerâmica. Encontra-se atualmente no Intermarché de Santa Clara, Coimbra.
Começou a escrever os primeiros poemas em 1994, como uma necessidade latente de autodescoberta. Em 1997, envereda por uma poética de catarse, sôfrego que estava de vida e mudança. Mas a fruição sistemática da escrita acontece em 2016, como processo criativo e de encontro com o seu Eu e o Mundo.
Participou em antologias poéticas como: Antologia da Lusofonia Eclética III, 2018, Edições Colibri, Lisboa; Antologia da Lusofonia Eclética IV, 2018, Edições Colibri, Lisboa; Coletânea de Poesia Mundo(s) I, 2018, Edições Colibri, Lisboa; Opúsculo Poético: Confissões, 2018, Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, Águeda; Coletânea de Poesia Mundo(s) III, 2019, Edições Colibri, Lisboa; poemas encenados e lidos em vários locais integrados em eventos culturais, como na Reitoria da Universidade de Aveiro, Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, Rádio Foz do Mondego, Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa.
Encontra-se a desenvolver o projeto de uma Galeria de Arte e Cultura, VIEIRA DUQUE, em Coimbra, no Adro de Cima.
bibliografia
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10%O Silêncio Perpetua os EspaçosMoDocromia08-202017,00€ 10% CARTÃOportes grátis
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10%Espírito d'AlmaMoDocromia05-201913,01€ 10% CARTÃO