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A Noite Mais Longa de Todas as Noites

1926-1974

de Helena Pato
Editor: Edições Colibri, maio de 2018 ‧
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«Obra de uma precisão exemplar e simultaneamente de uma beleza límpida no seu veio narrativo, enquanto tessitura de recordações assumidamente pessoais embora arreigadamente políticas (…). A Noite Mais Longa de Todas as Noites é, pois, uma obra tecida com o fio do júbilo dos ideais, mas igualmente com os acontecimentos vividos no nosso país, então asfixiado por uma longa, cruel e impiedosa ditadura. Sendo tudo isto elaborado com uma vivacidade e uma argúcia que nos leva a lê-la até chegar ao fim, para logo desejar tornar ao seu começo».
[MARIA TERESA HORTA]

«Nunca vi as comemorações do 1.º de Maio no Rossio de Lisboa, em tempo de clandestinidade, tão intensamente descritas (e vividas) como no relato de Helena sobre esse dia de 1962».
[LUÍS FARINHA]

«As estórias que Helena Pato vai contando valem, primeiro, pela valência pessoal de sabor autobiográfico, de grande despojamento, sobriedade e elegância, mesmo se tal não é o principal propósito, e, depois, por serem o retrato de uma época de 'resistência contra a ditadura'».
[JORGE SAMPAIO]

A Noite Mais Longa de Todas as Noites

1926-1974

de Helena Pato

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896897611
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 229 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 260
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789896897611

SOBRE O AUTOR

Helena Pato

Helena Pato nasceu em Mamarrosa (Aveiro), em 1939.
Licenciada em Matemáticas, professora, a sua vida profissional tem sido inteiramente dedicada ao ensino de crianças e jovens e à formação de docentes. Tem publicados livros, trabalhos e estudos, no âmbito da Pedagogia e da Didática da Matemática. Dirigiu o suplemento de educação do jornal "o diário".
Foi dirigente da Associação da Faculdade de Ciências de Lisboa, no início da década de 60 e dirigente política da CDE, de 1969 a 1973. Em finais da década de 60, foi uma das fundadoras do Movimento Democrático de Mulheres.
Fez parte do núcleo de professores que, no início da década de 70, criou e dirigiu os Grupos de Estudo do Pessoal Docente e fundou os primeiros sindicatos de professores nascidos em 1984. Pertenceu às primeiras direções do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa.
Nas duas décadas que antecederam a Revolução, militou ativamente na resistência ao regime fascista. Esteve no exílio durante três anos. Foi presa e detida pela polícia política, várias vezes.

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