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Doida Não e Não!

Maria Adelaide Coelho da Cunha

de Manuela Gonzaga

editor: Bertrand Editora, fevereiro de 2018
Presa num manicómio por um crime de amor
A mulher que enfrentou Egas Moniz, Júlio de Matos e os sábios da época. Filha e herdeira do fundador do Diário de Notícias. Mulher do administrador do mesmo jornal, o escritor Alfredo da Cunha. Presa num manicómio por um «crime de amor». Os factos relevantes têm início em Novembro de 1918: era uma vez uma senhora muito rica que fugiu de casa, trocando o marido, escritor e poeta, por um amante. Tinha quarenta e oito anos, pertencia à melhor sociedade portuguesa. O homem por quem esta senhora se apaixonou, tinha praticamente metade da sua idade e fora seu motorista particular. Era herdeira do Diário de Notícias e a sua história chocou a sociedade da época.

Doida Não e Não!

Maria Adelaide Coelho da Cunha

de Manuela Gonzaga

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722535571
Editor: Bertrand Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 235 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 408
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789722535571
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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O que está por detras de um "crime" de amor

MB

Mais um excelente livro de Manuela Gonzaga. A sua escrita é fluida, a pesquisa intensa e a história dramática. Maria Adelaide Coelho da Cunha enfrentou toda uma sociedade na segunda década de 1900, onde as mulheres viviam sob a alçada dos seus pais e maridos. "Lutou" contra o preconceito, pôs um "ponto final no casamento" e fugiu em busca do amor por um homem bastante mais novo e de estrato social inferior. Se fosse hoje esta mulher não seria internada num hospício e não perderia a sua dignidade ...

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Livro Interessante

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História interessante numa época em que as mulheres tinham de ser submissas aos homens

Manuela Gonzaga

Natural do Porto, onde nasceu a 1951, Manuela Gonzaga viveu dos 12 aos 24 anos em África – Moçambique e Angola –, onde nasceram os seus filhos mais velhos, respetivamente André e Marta. De regresso a Portugal, em 1974, onde lhe nasceram os seus dois outros filhos, Bernardo e Paulo, a autora foi jornalista até ao ano 2000, quando passou a desenvolver a atividade de escritora e historiadora a tempo inteiro. Mestre em História da Expansão e doutoranda em História Contemporânea na Faculdade de Ciências da Universidade Nova de Lisboa, a autora desenvolve trabalho académico nas áreas de Estudos da Mulher, Mentalidades(séculos XX e XXI) e Expansão (séc. XVI a XVIII). Prémio Femina/Matriz Portuguesa em 2021; Membro de Honra da Unión Hispanomundial de Escritores UHE Moçambique; Membro Honorário do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, Manuela Gonzaga habituou-nos, no seu registo literário, a uma escrita profundamente sedutora e muito rigorosa, cruzando tempos, modos e geografias. A presença de África, de forma mais ou menos explícita, perpassa grande parte da sua obra. Muitos dos seus livros (romance, contos, biografia, literatura infantojuvenil) estão editados e traduzidos em francês.

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