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A Nata do Povo

de Flávio Vara
Editor: Chiado Books, outubro de 2018 ‧
12,00€
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A mordacidade nada ligeira e que não veste disfarce é a matéria prima para o trabalho deste erudito e perspicaz poeta dos nossos dias cuja verve analítica e contundente nos lembra vates como Bocage ou Tolentino. a sátira, em divertidos jogos de palavras, ousada, directa, não poupa nomes de alcandorados a altos postos nos vários quadrantes da sociedade portuguesa, tornando-se um delicioso digestivo na fartura de disparates que diariamente nos são servidos à mesa nacional.
("Diário do Sul" de 28-02-2007).

Escritor primoroso, mordaz, perspicaz e erudito, Flávio Vara zurze em gente sonante da nossa praça sem apelo nem agravo. Fê-lo em 2007 à gente que compunha o bando que patrulhava o país. Satírico, Flávio é ousado na denúncia dos disparates que todos os dias acompanham o banquete do país.
("Antologia de Autores Trasmontanos, Durienses e da beira Trasmontana", Maio de 2018).

A Nata do Povo

de Flávio Vara

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895243204
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: outubro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 219 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 122
Tipo de produto: Livro
Coleção: Prazeres Poéticos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789895243204

SOBRE O AUTOR

Flávio Vara

Flávio Vara, é natural do nordeste transmontano (Rio Frio, Bragança), onde passou a infância e a adolescência, tendo depois rumado a Coimbra para frequentar a Faculdade de Letras no curso de Filologia Clássica. Abominando as liturgias demenciais e despóticas da chama praxe académica – para despotismo já bastava o salazarista –, escreveu, ainda estudante, o livro "O ESPANTALHO DA PRAXE COIMBRÃ", em que arrasou os dogmas e os rituais da seita que tem por insígnias a moca, a colher e a tesoura. Tal atrevimento provocou grande escândalo no meio académico e levou-o a prosseguir os estudos na Universidade de Lisboa, onde se licenciou com distinção e com a tese "VIRGÍLIO E A ÉCLOGA PORTUGUESA QUINHENTISTA", que lhe valeu o "Prémio Prof. Simões Neves". Convidado a integrar o corpo docente da Faculdade, não ocupou o lugar por muito tempo, por ter denunciado, no "Diário de Lisboa", o copianço generalizado nas provas de exames. Os bonzos salazaristas consideraram tal denúncia desprestigiante para a Faculdade e não estiveram com meias medidas: ou pedia a demissão ou era posto no olho da rua. De então para cá outras peripécias semelhantes aconteceram na sua vida, preço de não vender a alma ao diabo. Mas o correr dos anos não o fez perder o inconformismo juvenil. Continuou a insurgir-se contra outras abusões e paranoias, agora extensivas ao todo nacional. Contra elas tem ejetado as suas raivas em livros como "A BEM SOADA GENTE" (2007); "A NATA DO POVO", (2018); "SERRAR A VELHA – Por Detrás Dos Montes" (2022). A coletânea de poemas Sacramomentos reflete a sua maneira de estar no âmbito cívico-religioso.

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