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Sacramomentos

de Flávio Vara
Editor: Poesia Impossível, maio de 2024 ‧
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Eu Creio em Deus
Eu creio em Deus, mas não sei se é porque estou sempre a vê-Lo ou se é porque nunca o vi; mas sei que acredito em Deus quando olho para uma flor ou quando olho para ti.

Católicos de Raça
Enquanto houver no mundo um faminto, excluído, desamado, não pode um cristão ser indiferente nem dormir descansado. A missão para a qual foi convocado é de abolir o inferno, e o inferno é aqui, não é em outro lado.

Sacramomentos

de Flávio Vara

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893775035
Editor: Poesia Impossível
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 232 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 75
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789893775035

SOBRE O AUTOR

Flávio Vara

Flávio Vara, é natural do nordeste transmontano (Rio Frio, Bragança), onde passou a infância e a adolescência, tendo depois rumado a Coimbra para frequentar a Faculdade de Letras no curso de Filologia Clássica. Abominando as liturgias demenciais e despóticas da chama praxe académica – para despotismo já bastava o salazarista –, escreveu, ainda estudante, o livro "O ESPANTALHO DA PRAXE COIMBRÃ", em que arrasou os dogmas e os rituais da seita que tem por insígnias a moca, a colher e a tesoura. Tal atrevimento provocou grande escândalo no meio académico e levou-o a prosseguir os estudos na Universidade de Lisboa, onde se licenciou com distinção e com a tese "VIRGÍLIO E A ÉCLOGA PORTUGUESA QUINHENTISTA", que lhe valeu o "Prémio Prof. Simões Neves". Convidado a integrar o corpo docente da Faculdade, não ocupou o lugar por muito tempo, por ter denunciado, no "Diário de Lisboa", o copianço generalizado nas provas de exames. Os bonzos salazaristas consideraram tal denúncia desprestigiante para a Faculdade e não estiveram com meias medidas: ou pedia a demissão ou era posto no olho da rua. De então para cá outras peripécias semelhantes aconteceram na sua vida, preço de não vender a alma ao diabo. Mas o correr dos anos não o fez perder o inconformismo juvenil. Continuou a insurgir-se contra outras abusões e paranoias, agora extensivas ao todo nacional. Contra elas tem ejetado as suas raivas em livros como "A BEM SOADA GENTE" (2007); "A NATA DO POVO", (2018); "SERRAR A VELHA – Por Detrás Dos Montes" (2022). A coletânea de poemas Sacramomentos reflete a sua maneira de estar no âmbito cívico-religioso.

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