A Morte do Decano

de Gonzalo Torrente Ballester

editor: Editorial Caminho
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Numa cidade universitária galega, um professor aparece morto em circunstâncias que levam a pensar num assassinato. Todas essas circunstâncias apontam para um criminoso - o discípulo dilecto da vítima -, e para uma caracterização precisa do acontecimento - o crime passional. Mas... as coisas nem sempre são o que parecem. Quantas vezes o sucesso exterior esconde o fracasso íntimo, a timidez, a coragem, a fealdade, a beleza? Depois do enorme êxito que alcançou em Portugal com a sua Crónica do Rei Pasmado, Gonzalo Torrente Ballester volta a deliciar os leitores com uma pequena obra-prima de inteligência e subtileza.

A Morte do Decano

de Gonzalo Torrente Ballester

ISBN: 9789722108539
Editor: Editorial Caminho
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Páginas: 150
Tipo de produto: Livro
Coleção: Uma Terra sem Amos
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722108539
Gonzalo Torrente Ballester

Escritor espanhol, Gonzalo Torrente Ballester nasceu a 13 de junho de 1910, numa pequena aldeia da Galiza (Los Corrales de Serantes, em El Ferrol), mas sempre sentiu que tinha nascido na Idade Média de tal modo foi a sua imaginação influenciada pelas lendas rurais.
Licenciou-se em Filosofia e Letras na Universidade de Santiago de Compostela e, posteriormente, em Direito e Ciências. Deu aulas em institutos de diversas cidades espanholas, sempre contagiando os alunos com o seu amor pela literatura, nomeadamente por Cervantes e pela figura de D. Quixote. Casou duas vezes. Teve onze filhos, escreveu mais de vinte livros e tinha uma biblioteca com cerca de 12 000 volumes.
Em 1977 ingressou na Real Academia mas foi quando a sua trilogia Los gozos y las sombras (Os Prazeres e as Sombras, publicada entre 1957 e 1962) foi transformada numa série de televisão que ele se tornou reconhecido em toda a Espanha. Em 1991, também Crónica del rey pasmado (Crónica do Rei Pasmado, 1989) viria a ser adaptado ao cinema para o filme realizado por Imanol Uribe.
Numa entrevista cerca de um ano antes de morrer afirmou: "Tive a sorte de ser dos poucos que conseguiram ver as duas faces da lua". Com efeito, a sua obra, irónica e original, sempre soube combinar, por um lado, a luz e a sombra, e, por outro, a racionalidade e a imaginação que o fazia encarar a realidade e o quotidiano como muito mais fantásticos que qualquer ficção.
Veio a falecer no dia 27 de janeiro de 1999.
Prémios Literários:
Fundação March 1959
Cidade de Barcelona 1973
Príncipe das Astúrias das Letras 1982
Cervantes 1985
Planeta 1988
Azorín 1994
Castilla Y León das Letras 1996

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