A Morgadinha dos Canaviais

de Júlio Dinis
Editor: Book Cover Editora, Janeiro de 2021 ‧
Em meados de oitocentos, Henrique de Souselas muda-se para uma aldeia no norte de Portugal, a conselho de seu médico, esperando deixar para trás, na capital, as suas doenças e angústias da vida urbana.

Henrique encontra tranquilidade e paz de espírito na pequena aldeia minhota, onde conhece Madalena, uma mulher bela, de fortes ideais e de forte caráter, que o desperta para os encantos da vida rural.

Júlio Dinis deixa-nos um maravilhoso retrato do quotidiano, dos costumes e das tradições da vida campestre, que acolhe harmoniosamente os temas da religiosidade, da política, da ambição e da vida familiar portuguesa da época.

A Morgadinha dos Canaviais

de Júlio Dinis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898898524
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 207 x 40 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 536
Tipo de produto: Livro
Coleção: Essenciais da Literatura Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898898524

SOBRE O AUTOR

Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu em 1839 no Porto, onde cursou Medicina. Em 1862, diagnosticado com tuberculose, suspende o exercício da profissão e retira-se, durante vários anos, para Ovar e, mais tarde, para a Madeira. Descoberto o encanto da vida rural, mas nunca esquecendo o afã da cidade e a sua burguesia nascente, publica o seu primeiro romance em volume, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1867, seguindo-se-lhe Uma Família Inglesa (ambos lançados previamente em folhetins, no Jornal do Porto) e A Morgadinha dos Canaviais, ambos em 1868. No ano seguinte conclui o seu quarto romance, Os Fidalgos da Casa Mourisca, cujas provas tipográficas já não acabará de rever. Marcando a transição entre romantismo e realismo, e influenciado pela leitura dos grandes autores ingleses, como Jane Austen ou Charles Dickens, Júlio Dinis cultiva na sua obra o tratamento cuidado de temas familiares e quotidianos, numa estrutura de desenvolvimento lento, mas de resolução engenhosa. Após uma longa batalha contra a doença, morre prematuramente, aos 31 anos, na cidade que o viu nascer, em 1871.

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