10% de desconto

A Minha Incrível Escola...

de Davide Calì e Benjamin Chaud
Editor: Orfeu Negro, setembro de 2019 ‧
13,20€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
O Henrique tem uma colega nova e a professora encarregou-o de fazer uma visita guiada para mostrar onde ficam todas as salas, a biblioteca, o recreio, o refeitório... Pelo caminho, encontram a sala das invenções misteriosas, uma equipa de professores que parece vir de outro planeta e ainda a catacumba sombria onde dorme um dragão... Não façam barulho!

Da mesma série dos livros Não Fiz os Trabalhos de Casa Porque, Cheguei Atrasado à Escola Porque e As Minhas Incríveis Férias de Verão, esta incrível escola vai fazer-vos chorar a rir!
Ler e´ um Carnaval_wookacontece 640.jpg

Ler é um Carnaval

Seja pela festa de gente mascarada ou pela festa de ler gente que ainda está a encontrar a sua máscara, ler permite sempre ver que, atrás de uma coisa, está sempre outra coisa. Vamos a alguns exemplos. O país do Carnaval Começámos por aqui, só por ser a opção mais fácil. E porque é a opção que tem Jorge Amado. Lê-lo é sempre uma festa, mesmo que no texto esteja qualquer coisa que nos vá pôr peso no estômago.
Aqui, temos o primeiro romance do escritor brasileiro. Publicado em 1931, foi a porta de entrada para o vendaval que viria de seguida. A imagem do Brasil aparece como coisa panorâmica. Paulo Rigger, ao voltar para o país após sete anos em Paris, já não sabe bem o que vê na sua terra natal: de um lado, há uma imagem festiva; do outro, há a vida a existir a partir dos escombros. No fim, Paulo lá resolve regressar à Europa, ido do porto do Rio de Janeiro, deixando para trás uma cidade marcada pelo ritmo e pelas cores do Carnaval. QUERO LER!








  Os homens não choram Ler é este Carnaval de emoções – da confusão à pura angústia. Coitado do Gui, tanta pressão logo desde o berço. No início, era feliz, que é como as crianças devem ser, mas depois começou a ficar preocupado. A fita métrica marcava cada vez mais centímetros e ele bem sabia o que aquilo queria dizer: de menino, ia passar a homem. Não sabia bem o que era isso, ou o que era suposto fazer. Com o avô, tinha sido mais fácil – ouvira a história de que o serviço militar é que o ensinara a ser homem. Lá começou a prestar atenção aos homens que via na rua e na televisão: uns competitivos, outros fanfarrões, outros armados em espertos. Sem se ensaiar muito, fez o mesmo, e aquilo deu problemas na escola. Findo o dia, sentia-se mal – e começou a chorar, sentindo-se a seguir pior por isso. Até que alguém lhe disse que não havia crise, que os homens também choravam. QUERO LER!

  A minha incrível escola A escola do Henrique é muito melhor do que a minha. Diria mesmo que aquilo sim, é um Carnaval, uma festa, uma alegria. A colega que mostra a escola ao Henrique diz-lhe que a escola não é nada de especial, mas que mais se pode querer do que uma lula gigante como mascote da turma? O professor de música é uma estrela de rock, ninguém quer saber das equações, há uma nave espacial na sala de ciências, sai-se do edifício por um escorrega gigante para atalhar caminho. O recreio é um espetáculo, com um parque de diversões em cima de uma árvore – embora a colega do Henrique continue a dizer-lhe que aquilo não é nada de especial. Na cantina, o puré de batatas explode; na biblioteca, os sortudos perdem-se entre tantos livros. No final, a colega, que acha tudo aquilo banal, em vez de apanhar o autocarro, leva boleia da mãe para casa – e vai de nave espacial. QUERO LER! O raposo e a estrela Aqui o Carnaval é outro – é o Carnaval da coetaneidade. A Floresta de Birnam é um coletivo de cultivo de guerrilha, fundado na Nova Zelândia cinco anos antes da ação. O grupo cultiva terrenos em que mais ninguém repara, e quer fazê-lo longe dos olhares curiosos. Ora, esses terrenos são os mais apetecíveis para quem quer fazer coisas ilegais, tal como Robert Lemoine, que enriqueceu com drones e a quem a fortuna não basta. Ao longo da leitura, o ponto alto são as contradições entre os ativistas, até porque, mais do que explorar os contrastes entre o preto e o branco, a autora quis explorar os que existem no cinzento. Ver isto é uma festa. Raras vezes estes temas terão sido tratados com tanta delicadeza e tanta sensatez – e, sobretudo, com tanta vontade de dizer e explorar. Volta e meia, o leitor até chega a ter vontade de se meter nas conversas. Não o faz por dois motivos: seria falta de educação e isto é um romance. QUERO LER!

A Minha Incrível Escola...

de Davide Calì e Benjamin Chaud

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898868534
Editor: Orfeu Negro
Data de Lançamento: setembro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 213 x 8 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 44
Tipo de produto: Livro
Coleção: Orfeu Mini
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
EAN: 9789898868534

Divertido

Marta Silva

Ótimo livro para as primeiras leituras autonómas. Pouco texto, ilustrações sugestivas e divertidas. História muito divertida, cheia de imaginação e um final surpreendente. A minha filha adora esta coleção.

A minha incrível coleção de livros

Cláudia Realista

Continua a surpreender-nos( a mim e ao meu filho) as aventuras do Henrique, esteja ele onde estiver. Muito Bom!

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU