A Maçã de Cézanne... E Eu
Editor:
Sistema Solar, junho de 2016 ‧
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SINOPSE
O grande esforço de Cézanne
foi empurrar para longe a maçã
e deixá-la viver a sua própria vida
Quando [Cézanne] dizia aos seus modelos: «Sejam uma maçã! Sejam uma maçã!», exprimia o que é prólogo da queda; não só a dos idealistas, tanto os jesuítas como os cristãos, mas a do colapso de toda a nossa forma de consciência substituindo- a por outra. Se o ser humano fosse essencialmente uma Maçã, como era para Cézanne, caminharíamos em direcção a um novo mundo de homens: um mundo com muito pouco para dizer, com homens que conseguiriam, apenas com o seu lado físico e uma verdadeira ausência de moral, manter-se tranquilos. Era o que Cézanne queria deles: «Sejam uma maçã!» A partir do momento em que o modelo começasse a impor a sua personalidade e a sua «mente» passasse a ser um lugar-comum, uma moral, ele sabia muito bem que iria ver-se obrigado a pintar um lugar-comum. A única parte da personalidade que não era banal, conhecida ad nauseam e um vivo lugar-comum, era a sua maçãneidade. O corpo e até mesmo o sexo eram conhecidos até à náusea, eram o connu! connu!, a cadeia infindável da conhecida causa-efeito, a teia infinita dos odiosos lugares-comuns que a todos nos aprisionam num incomensurável tédio. [D.H. Lawrence]
foi empurrar para longe a maçã
e deixá-la viver a sua própria vida
Quando [Cézanne] dizia aos seus modelos: «Sejam uma maçã! Sejam uma maçã!», exprimia o que é prólogo da queda; não só a dos idealistas, tanto os jesuítas como os cristãos, mas a do colapso de toda a nossa forma de consciência substituindo- a por outra. Se o ser humano fosse essencialmente uma Maçã, como era para Cézanne, caminharíamos em direcção a um novo mundo de homens: um mundo com muito pouco para dizer, com homens que conseguiriam, apenas com o seu lado físico e uma verdadeira ausência de moral, manter-se tranquilos. Era o que Cézanne queria deles: «Sejam uma maçã!» A partir do momento em que o modelo começasse a impor a sua personalidade e a sua «mente» passasse a ser um lugar-comum, uma moral, ele sabia muito bem que iria ver-se obrigado a pintar um lugar-comum. A única parte da personalidade que não era banal, conhecida ad nauseam e um vivo lugar-comum, era a sua maçãneidade. O corpo e até mesmo o sexo eram conhecidos até à náusea, eram o connu! connu!, a cadeia infindável da conhecida causa-efeito, a teia infinita dos odiosos lugares-comuns que a todos nos aprisionam num incomensurável tédio. [D.H. Lawrence]
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899930742 |
| Editor: | Sistema Solar |
| Data de Lançamento: | junho de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 207 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 144 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
História da Arte
|
| EAN: | 9789899930742 |
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