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A Lei

de Roger Vailland
Editor: Publicações Europa-América, abril de 1975 ‧
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Roger Vailland nasceu em Paris, em 1907. Tendo iniciado nas letras como fundador da revista surrealista Le grand Jeu, foi sobretudo depois da segunda guerra mundial que o seu nome se impôs como figura de grande relevo no panorama das letras francesas.

Moralista irónico e mordaz, que harmoniza as suas convecções comunistas com as tradições literárias herdadas de Stendhal, a ele se devem alguns dos mais conhecidos romances dos últimos vinte anos.

Morreu em 1965, deixando um vasto espólio literário em que se destacam os romances Beau Masque, La Fête, Le Regard Froid, La Truite, entre outros.

A Lei, que ora apresentamos, foi galoarda, aquando do seu aparecimento, em 1957, como Prémio Goncourt e pode considerar-se como um dos romances mais conseguidos de R. Vailland.

A lei é um jogo do Sula da Itália. Tira-se à sorte o patrão e este impõe aos outros a sua lei. Quem perde deve sofrer em silêncio, esperando a sua vez de ganhar para poder vingar-se, impondo então a sua lei.

O Sul da Itália, com as suas leis, os seus problemas, o seu fatalismo, as paixões ardentes, é o ambiente em que decorre a acção deste romance. Homens e mulheres vivem na vida o jogo da lei, lutando, ganhando e perdendo. Mas por detrás dos seus jogos outras leis se adivinham, à espera de que alguém ganhe o direito (ou a coragem) de as destruir.

A Lei

de Roger Vailland

Propriedade Descrição
ISBN: 5601072406018
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 1975
Idioma: Português
Dimensões: 112 x 181 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 5601072406018
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Roger Vailland

Roger Vailland (Acy-en-Multien, 16 de outubro de 1907 - Meillonnas, 12 de maio de 1965) foi um romancista, ensaísta e dramaturgo francês. Dos seus romances destacam-se Drôle de Jeu (1945), Les Mauvais Coups (1948), Un Jeune Homme Seul (1951), 325 000 Francs (1955), La Loi (1957), vencedor do Prémio Goncourt. Das suas peças destacam-se Les Liaisons Dangereuses (1959) e Le Vice et La Vertu (1962). Vailland participou na Resistência Francesa durante a ocupação nazista. Drôle de Jeu é considerado um dos melhores romances sobre a Resistência Antifascista. Vailland ingressou no Partido Comunista Francês, mas renunciou após a supressão soviética da Revolução Húngara de 1956.

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