A Justiça e a Comunicação Social

Do Direito Problemático à Comunicação Antropofágica?

de José Maria Rodrigues da Silva
Editor: Fólio Edições, abril de 2003 ‧
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Este livro é um livro diferente e contra a corrente. Vem dizer-nos que a crise não é da justiça mas do Direito, que perdeu a sua ligação com o cidadão, contrariando a razão de ser do paradigma legal, que só é legítimo se a mensagem legislativa for acessível a todos, primeiro no sentido de ser conhecida e depois no de ser inteligível. Vem dizer-nos que a Comunicação Social, e sobretudo a Televisão, pode ser antropofágica se se alimentar do ser humano e assim destruir ou adulterar a sua essência. E vem dizer-nos que a Justiça e a Comunicação Social, não obstante o que as divide, devem promover um melhor conhecimento mútuo, que elimine as desconfianças e os antagonismos.

A Justiça e a Comunicação Social

Do Direito Problemático à Comunicação Antropofágica?

de José Maria Rodrigues da Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728700133
Editor: Fólio Edições
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 222 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Direito > Geral
EAN: 9789728700133
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

José Maria Rodrigues da Silva

José Maria Rodrigues da Silva. Nasceu em Almada em 1932 e licenciou-se em Direito em 1957, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Fez o Curso Complementar de Ciências Jurídicas, foi advogado, professor, juiz dos Tribunais de Trabalho, juiz desembargador na seção cível do Tribunal da Relação de Évora e na seção social do Tribunal da Relação de Lisboa, juiz conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal Superior de Justiça de Macau. Foi membro da Comissão que elaborou o Código do Processo de Trabalho, relator do Conselho da Europa para o Processo e a Jurisdição do Trabalho, representante de Portugal no Simpósio da ONU, em Genebra, sobre a exploração do trabalho infantil, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses e vice-presidente da Associação para o Progresso do Direito.
Tem privilegiado a reflexão multidisciplinar sobre o Poder e a Modernidade. A sua vasta obra publicada abarca o ensaio, a ficção, a poesia e o teatro, num total de 22 títulos. Sentiu-se feliz em muitos momentos da sua vida e deixa três filhos a quem transmitiu os seus genes e que espera que sejam melhores do que ele foi.

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