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O Corpo e a Alma

A Natureza e a Covid-19

de José Maria Rodrigues da Silva
Editor: Âncora Editora, setembro de 2020 ‧
12,00€
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Este ensaio ficcionado fala da vida e da morte e esforça-se por responder às perguntas que titulam o mais célebre quadro de Paul Gaugin: De onde vimos? Quem somos? Para onde vamos?

As perguntas vêm carregadas de dúvida. Mas a fazer fé na capa do livro, detalhe de A Criação de Adão, de Miguel Ângelo, merecem uma única resposta: O Homem foi criado por Deus, à sua imagem e semelhança e a Deus regressará.

Será assim?

Para o homem arcaico, cuja fé suplantou o medo da morte, poderia ser. A sua crença na imortalidade é impressionante. Para ele, não havia sequer a ideia/palavra morte. Falava-se da morte como viagem ou sono e acreditava-se nos "espíritos", ou seja, no duplo.

No crepúsculo do mundo arcaico, o "duplo" e os "espíritos" são substituídos pela conjugação alma/céu. Para o homem moderno, a morte virou pesadelo. Shakespeare compara-a a uma terra não desbravada de onde nenhum viajante regressava. Jean Paul Sartre diz que se o homem tem de morrer, a vida não faz sentido. E, no entanto, Gaby de Mornay ao morrer exclama: «eu não parto, chego.» E, ainda mais espantoso, Sir John Eccles, estudioso do cérebro e Prémio Nobel, diz-nos: «a alma existe separada do corpo, mesmo depois da morte.»

O Corpo e a Alma

A Natureza e a Covid-19

de José Maria Rodrigues da Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727807376
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: setembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 229 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 84
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789727807376

SOBRE O AUTOR

José Maria Rodrigues da Silva

José Maria Rodrigues da Silva. Nasceu em Almada em 1932 e licenciou-se em Direito em 1957, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Fez o Curso Complementar de Ciências Jurídicas, foi advogado, professor, juiz dos Tribunais de Trabalho, juiz desembargador na seção cível do Tribunal da Relação de Évora e na seção social do Tribunal da Relação de Lisboa, juiz conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal Superior de Justiça de Macau. Foi membro da Comissão que elaborou o Código do Processo de Trabalho, relator do Conselho da Europa para o Processo e a Jurisdição do Trabalho, representante de Portugal no Simpósio da ONU, em Genebra, sobre a exploração do trabalho infantil, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses e vice-presidente da Associação para o Progresso do Direito.
Tem privilegiado a reflexão multidisciplinar sobre o Poder e a Modernidade. A sua vasta obra publicada abarca o ensaio, a ficção, a poesia e o teatro, num total de 22 títulos. Sentiu-se feliz em muitos momentos da sua vida e deixa três filhos a quem transmitiu os seus genes e que espera que sejam melhores do que ele foi.

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