A Ilustre Casa de Ramires

Manuscrito Autógrafo

de Eça de Queiroz
Editor: Esfera do Caos, dezembro de 2016 ‧
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Reprodução de um manuscrito inédito de Eça de Queirós, primeiras versões do romance A Ilustre Casa de Ramires, com um Prefácio de Carlos Reis e um extenso estudo introdutório de Cristina Sobral. Edição genética coordenada por Maria Isabel Rocheta.
Este manuscrito pertencia a Maria Angélica de Magalhães Vaz Pinto, do Porto, mas perdeu-se-lhe o rasto com a morte da proprietária. Foi reencontrado em 2006 num cofre do Banco Comercial Português, que entretanto o doou à Biblioteca Nacional de Portugal.

A Ilustre Casa de Ramires

Manuscrito Autógrafo

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896801908
Editor: Esfera do Caos
Data de Lançamento: dezembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 169 x 238 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 258
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896801908

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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