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A Ilíada Contada às Crianças e ao Povo

de João de Barros
Livro eBook
Editor: Cultura Editora, Janeiro de 2023 ‧
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As histórias e os nomes, por mais que há milhares de anos tenham sido contados, parecem ter ficado para sempre: Aquiles, Heitor, Agamémnon, Helena, Ájax, Menelau...

A Ilíada, de Homero, que descreve acontecimentos durante o décimo ano da Guerra de Troia, é um dos dois grandes poemas épicos da Grécia Antiga — sendo o outro A Odisseia, do mesmo autor, já publicado nesta coleção.

O leitor tem em mãos não apenas mais um pedacinho de cultura, por ser um livro, por ser um enriquecimento, mas dir-se-ia que um pedacinho central, primordial. Esta é, na verdade, uma obra fundadora da literatura ocidental. Mas, por mais intemporal que seja, A Ilíada é sempre nova na apresentação de valores, no estímulo filosófico dos dilemas, no entretenimento dos contos. Ideal para a imaginação.

Com esta perfeita adaptação de João de Barros, compreendemos de maneira simples a mensagem profunda do lirismo heroico e épico de Homero, para que todos, miúdos e graúdos, possamos deleitar-nos com esta joia da literatura universal.

A Ilíada Contada às Crianças e ao Povo

de João de Barros

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898860491
Editor: Cultura Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 244 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789898860491

O essencial de Homero em linguagem jovem

Tiago Pinto

Esta adaptação traz o épico de Homero com uma linguagem ágil e acessível. Acompanhamos a fúria de Aquiles e os heróis gregos em tramas de honra, guerra e deuses caprichosos. É a porta de entrada perfeita para quem deseja conhecer os fundamentos da literatura ocidental sem se perder em versos arcaicos.

SOBRE O AUTOR

João de Barros

Escritor, pedagogo e político português nascido a 4 de fevereiro de 1881, na Figueira da Foz.

Concluiu, em 1904, o curso de Direito pela Universidade de Coimbra e exerceu docência no Liceu Central de Coimbra, no Liceu do Carmo, em Lisboa, e no Liceu Alexandre Herculano, no Porto. Em 1907, recebeu uma bolsa de estudo, para realizar uma missão oficial de estudos, visitando vários estabelecimentos de ensino de diversos países da Europa, o que lhe permitiu adquirir conhecimentos sobre a Educação Nova e os recentes métodos de pedagogia moderna.

Em 1909, durante o 2.º Congresso Pedagógico, defendeu a importância da Cartilha Maternal (1876) para a reestruturação do sistema educativo e proferiu diversas conferências sobre literatura portuguesa, na Université Nouvelle , em Bruxelas, que foram publicadas, em 1910, sob o título La Littérature Portugaise . Nesse ano, integrou-se na Loja Maçónica Solidariedade, em Lisboa, sob o nome João de Deus.

A partir de 1913, tornou-se membro da Academia das Ciências de Lisboa e, desde 1920, sócio da Academia Brasileira de Letras. Em 1915, juntamente com o escritor brasileiro Paulo Barreto, fundou a revista Atlântida.

Como escritor, publicou obras importantes, como Versos (1897), Algas (1898), A Escola e o Futuro (1908), Terra Florida (1909), A Reforma da Instrução Pública (1911), A República e a Escola (1914), Presenças Eternas (1943) e muitos outros títulos.

Para além disso, fez várias adaptações dos clássicos da literatura para crianças e para o povo, tais como Os Lusíadas Contados às Crianças e Lembrados ao Povo (1930), Viriato Trágico (1940), A Eneida de Virgílio (1947) e Viagens de Gulliver (1957). As suas principais preocupações foram combater o analfabetismo, promover uma educação nacionalista e preparar os indivíduos para o futuro e para a integração na sociedade.

Enquanto político, ocupou o cargo de secretário-geral e diretor-geral da Instrução Pública do Ministério do Interior. Foi deputado pelo Partido Democrático e ministro dos Negócios Estrangeiros.

Recebeu várias distinções das quais se destacam: a Ordem Leopoldo II do governo belga, em 1920; a Grã-Cruz da Ordem de Cristo do Presidente da República português, em 1923; a Grã-Cruz da Ordem El Sol del Peru do Presidente da República peruano, em 1925; a Grã-Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul, em 1944, do Presidente da República do Brasil, que lhe atribuiu ainda várias outras medalhas.
João de Barros faleceu a 25 de outubro de 1960, em Lisboa.

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