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A história não acaba assim

Escritos políticos 2005-2012

de Miguel Sousa Tavares
Editor: Clube do Autor, maio de 2012 ‧
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Depois de passar 25 anos a denunciar os atentados ao património e à economia deste país, a lutar por causas que se tornaram a sua bandeira, Miguel Sousa Tavares sintetiza os principais temas de reflexão que o acompanham há muito tempo. São 25 causas, quase todas perdidas, como admite no epílogo. E o que é incrível é que os sinais de fogo, apesar do céu limpo, ainda não foram atacados a tempo por todos aqueles que não os viram ou não quiseram ver.
Estes escritos contam a história dos principais passos, decisões e interesses com que "alegremente" chegámos à nossa situação atual. Um legado obrigatório para o futuro. O país é retratado, os responsáveis nomeados e os traços da nossa personalidade vistos a olho nu. Sem dó nem piedade.
Para além de alguns textos inéditos, A História não acaba assim reúne textos publicados nos jornais Público e Expresso nos últimos sete anos - desde o início da governação de José Sócrates e dos socialistas ao primeiro ano de governo de Passos Coelho e do centro-direita.

A história não acaba assim

Escritos políticos 2005-2012

de Miguel Sousa Tavares

Propriedade Descrição
ISBN: 978-989-724-011-9
Editor: Clube do Autor
Data de Lançamento: maio de 2012
Dimensões: 160 x 235 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 448
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789897240119

SOBRE O AUTOR

Miguel Sousa Tavares

Miguel Sousa Tavares nasceu no Porto. Depois de se ter licenciado em Direito, exerceu advocacia durante 12 anos, atividade da qual abdicou para se dedicar em exclusivo ao jornalismo, uma paixão que lhe tem valido diversos prémios.
Estreou-se na televisão em 1978, na RTP, onde foi o rosto do programa de entrevistas Face a Face, a sua primeira experiência como apresentador. Nos anos 90 ingressa na SIC, canal onde conduziu programas como Crossfire, 20 Anos 20 Nomes e Terça à Noite. Já no final da década transfere-se para a TVI e assina formatos como Em Legítima Defesa e Jornal Nacional, aqui como comentador fixo semanal.
Em 1989, foi um dos fundadores da revista Grande Reportagem, publicação da qual se tornou diretor no ano seguinte, um cargo que ocuparia durante 10 anos. Para além da experiência enquanto diretor da revista Sábado, também se destacou na imprensa portuguesa como cronista em publicações como o jornal Público, o jornal desportivo A Bola, a revista feminina Máxima, o jornal online Diário Digital e o semanário Expresso.
Miguel Sousa Tavares tem vários livros publicados, de crónicas a contos, romances, livros de viagem e infantojuvenis. O primeiro, Sahara, a República da Areia, foi editado em 1985. Estreou-se no romance em 2003, com a obra Equador, editado em 30 países e adaptado a série televisiva. Destacam-se ainda os seus livros Rio das Flores, No Teu Deserto, Madrugada Suja ou Cebola Crua com Sal e Broa.

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