A Guerra Colonial

Como Portugal deixou de ser um império e novos países conquistaram a sua independência

de Luís Ricardo Duarte; Ilustração: João Concha
Editor: Didáctica Editora, dezembro de 2013 ‧
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«Durante uma década e meia, o país mobilizou-se para a Guerra Colonial, tentando defender os territórios no Ultramar. Foi uma guerra lenta, com muitas mortes de parte a parte, que isolou o nosso país no estrangeiro. Por todo o mundo, levantaram-se vozes contra a existência de colónias e pela defesa e emancipação dos povos oprimidos. Mesmo assim, Portugal continuou em guerra.»

A Guerra Colonial

Como Portugal deixou de ser um império e novos países conquistaram a sua independência

de Luís Ricardo Duarte; Ilustração: João Concha

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726509639
Editor: Didáctica Editora
Data de Lançamento: dezembro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 212 x 4 mm
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ontem e Hoje em Portugal
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros de Referência
EAN: 9789726509639
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 9

Boa leitura

Andre Gehring

Esta livro estaca bem todos os aspectos da guerra colonial numa maneira sem julgamento e por isso é bom para compreender o que aconteceu no passado

SOBRE O AUTOR

Luís Ricardo Duarte

Luís Ricardo Duarte nasceu em Lisboa, em 1977, e cresceu em Setúbal, na pré-história dos telemóveis e das redes sociais. Inclinou-se, em criança, para a exploração espacial, mas com a idade passou a procurar outras perspetivas. Licenciou-se em História da Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo aí dirigido o jornal Os Fazedores de Letras. Fez formação complementar em Literatura, ainda na FLUL, e em Jornalismo, no CENJOR. Na Universidade de Coimbra, concluiu a parte curricular do Mestrado em Estudos Clássicos.
O seu ponto de fuga foi a arte, a história e a literatura, bem condensado no jornalismo, que é outra forma de representar o mundo. Gostava de saber andar como os antigos egípcios e de ter a precisão dos pontilhistas. Ainda assim, não se acha nada mal a «pintar a manta». É jornalista do Jornal de Letras, Artes e Ideias desde 2003. Lê para escrever e escreve para ler. Escreveu O Mundo Fantástico da Arte através dos Tempos para partilhar a emoção que sente diante de uma obra de arte.

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