A Fronteira do Perpétuo
Editor:
Editorial Novembro, maio de 2017 ‧
ver detalhes do produto
12,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
YWpNclJXeDBaR2c0VkZwa2EydFVhUzlWU1VadVVrMUllRmxUTUZZdlRVSk9ZWFJOTlhSWWQzVXZaRzVwT0VnMVMyRjNUblJrWmpkNkwxTklNbXhhTnpZNVQxUXdaMHh3VUVaUVdrNTNXVFYyZERkeGNGWlRZVXR4ZVRGYU5tTnJlVmhWTDIxMmNqWTFURzVHWmtoTGQwdEVaamx4Yld4eFVWY3lWekJvYldGd0wzaFpkRTRyTW5OWlpHRXpTR3BXYTNCRlIwdFFjRTEzV20wMlRrd3pWbGcyY1hwaFdXSk1iVnBhZERsM1YwSndPREp2YVRWSFlXcHZkbFJpU2tnemVXRTFSVzFEZUVRdlQzZHpMM0paYnpKWFpFTXdZVFZEUW1SdE5VUnpjM0JVZDJwSk1WaHBiR1J5WlZkR04wOTFTR0ZXYkVrNVoyaFNZbU12T1dGd00yNUdNV0ozWmxKelpFcFJUbWM0THpGc1RGWmpkVzF2ZDNweU4wbFNObWxDYzNoelpEY3JOblkwUlZsTE1FcFlUVWhKU214RWNIa3JPVEZ0Y3pWYVVVTnhkelkwTjNjdlJGSjNSamh6UWs1NmNYRXJlRFJaWTIxcWNuUjNOMFpYTUc5M1JIVk1OeXRhVFdka2MwcG1Ra3BTYVdwYVJGTm9hRmx1TkZSdlpGZHBXVlV4TnpGbGFGUTJOMWh3VjJaalMySTRORXBSUlZadE5IRklZVXRaTDBnM1dVMHhNMVo1TTBob01EaFlMeTlhWTBaWGEzSkpiVmN2ZERGS1RrbHZaemxaTmtSTk1GbzFUM0YyVWpoWVZtTm5heTkxYlZwbGRuRlJWVE5NVDJkcVRXUkxkRUp1T0c5dGFYUkhkMlZwUlRsUlR6QnVZVXBPUXpSRVltbDBWVkJXYmt4Rk9GVnViVkZyVkdaSGRsTmhUWE54VTFOUFdFc3ZSMkpsVUhKdlRHMXZVRE53VEZKQlFVTjBhbXN2ZGxVMFVrWnlXbXhTYW1kUVpGUlVlbFl5Y0d4aGRrbHFkSFUwTmtWNlpHRkVNV1pNUkhKbk4zcFFXbXBXUmpaWU5qWmpaVmRsVldOSmEyUnNPRGRhS3pOQlVIUk5iV1o1YVhRM2FpdGxkRTlqUkdOSlR5OU1SRWcyYnpBMmRXMWpUbU5KUW5JeWNrVTNLM2h4Y3k5aVlVUkpTbEp0WjBoeFJXMVJia1k1ZFdwWGJsWXhaV3hEYjJJd1oxTTFSVTR6ZVhsTk0wSmllV1ZJWTJwRFp6VjNPVXRCZVN0S2JFTlVTbFkzTldwclNFdzBabVJTT1RBemJtbFJPSEJOUFE9PTpHNkFvZHRuYTZ5dG5TcDVSanVyQmF3PT0=
EM STOCK
-
SINOPSE
Em A Fronteira do Perpétuo, encontramos esta (…) consciência de um mundo contemporâneo com os seus excessos: o ruído, a ferocidade do consumismo, a impossibilidade do silêncio. (…)
É, portanto, a percepção do vazio (…) que emerge nestes poemas de Teresa Poças, com a força vulcânica de uma voz jovem que deseja ainda encontrar aquela equação perfeita, aquela página limpa, onde as palavras redimem do vazio e abrem caminho para o perpétuo.
O eu, que estabelece relação com eles, nós, vós, tu, parece dividir-se entre o que vê e o que pensa. Divide-se, mas não se fragmenta. O eu revela, como ponto de partida, a consciência de uma espécie de ruído, provocado pelo excesso de conhecimento das sociedades humanas, para, logo de seguida, se proteger, em objectos concretos.
Esses pormenores, que sabe ser o que importa, situam-nos em elementos unificadores da dispersão do pensamento: o amor genuíno, longe das peias convencionais; a música que restaura a beleza do mundo e os silêncios plenos de promessas. (…)»
Conceição Brandão in Prefácio
É, portanto, a percepção do vazio (…) que emerge nestes poemas de Teresa Poças, com a força vulcânica de uma voz jovem que deseja ainda encontrar aquela equação perfeita, aquela página limpa, onde as palavras redimem do vazio e abrem caminho para o perpétuo.
O eu, que estabelece relação com eles, nós, vós, tu, parece dividir-se entre o que vê e o que pensa. Divide-se, mas não se fragmenta. O eu revela, como ponto de partida, a consciência de uma espécie de ruído, provocado pelo excesso de conhecimento das sociedades humanas, para, logo de seguida, se proteger, em objectos concretos.
Esses pormenores, que sabe ser o que importa, situam-nos em elementos unificadores da dispersão do pensamento: o amor genuíno, longe das peias convencionais; a música que restaura a beleza do mundo e os silêncios plenos de promessas. (…)»
Conceição Brandão in Prefácio
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898825483 |
| Editor: | Editorial Novembro |
| Data de Lançamento: | maio de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 139 x 209 x 5 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 78 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Editorial Novembro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789898825483 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Confidências CensuradasEditorial Novembro13,00€ 10% CARTÃO
-
10%Entre o Sol e a LuaEditorial Novembro9,49€ 10% CARTÃO