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A Fábula de um Barril

de Jonathan Swift
Editor: Editora Guerra & Paz, outubro de 2019 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
A primeira grande obra de Jonathan Swift é também a sua sátira mais difícil e magistral: A Fábula de Um Barril. A partir da história de três irmãos desobedientes e desordeiros, a quem o pai deixa um testamento, Jonathan Swift satiriza a religião. Martin, Peter e Jack representam, respectivamente, o anglicanismo, o catolicismo e o calvinismo. Mas a genialidade de Swift não se esgota aqui, abordando temas incrivelmente actuais. A prosa exuberante, o recurso à ironia e a construção narrativa complexa fazem desta uma obra ímpar, que transcende o contexto em que surgiu, imortalizando-se. Em todas as épocas, diversos autores continuam a tecer rasgados elogios a esta obra-prima de Swift, considerada por vezes até superior ao romance As Viagens de Gulliver. São disso exemplo Agostinho da Silva, Jorge de Sena, Harold Bloom, Chesterton e Samuel Johnson. E até o próprio Swift, já idoso, terá dito: «Meu Deus! Como era grande o meu talento quando escrevi este livro!» A ironia desta frase sintetiza na perfeição a genialidade contida nesta obra.

«Eu releio A Fábula de Um Barril duas vezes por ano, religiosamente, porque é devastador e, portanto, faz-me muito bem. A prosa de Swift é – exceptuando a de Shakespeare – a melhor prosa da língua inglesa […].»
Harold Bloom

«[...] o maior prosador da sua época e [...] um dos maiores de todos os tempos.»
Agostinho da Silva

A Fábula de um Barril

de Jonathan Swift

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897024887
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 228 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897024887

Desafiante

MLM

Uma obra única, diferente de tudo o que já li. Desafiante não só por estar muito bem escrita, mas também por nos deixar a pensar a cada frase, cada parágrafo. Cheia de comentários em rodapé tanto do autor como do editor e ainda de quem o autor vai citando, sempre com sarcasmo. É uma sátira religiosa, filosófica, que vai fluindo ao sabor dos pensamentos do autor, com frequentes expressões em Latim, comentadas ou traduzidas. A ler, com tempo.

SOBRE O AUTOR

Jonathan Swift

Escritor irlandês. Nasceu em 1667 e faleceu em 1745. Estudou na Universidade de Dublin, doutorando-se em Teologia em 1694. Sempre observando as grandes correntes políticas da época, publicou o seu primeiro panfleto de intervenção em 1701. Sentindo-se cada vez mais atraído pela política, tornou-se um conselheiro escutado por todos e ocupou-se activamente de política externa. Em 1713, foi nomeado Deão da Catedral de S. Patrício, em Dublin. A sua obra é vastíssima, entre textos de intervenção, sátiras, ficção e poemas, destacando-se A Tale of the Tub (1704), The Public Spirit of the Whigs (1714), Drapier's Letters (1724-1725) e Gulliver's Travels (As Viagens de Gulliver,1726).

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