A Entrevista no Jornalismo Contemporâneo

de Orlando Raimundo
Editor: Edições Minerva Coimbra, julho de 2005 ‧
18,00€
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Este é um livro sério, sobre um género respeitado como ramo nobre da profissão e ambicionado como prática, dada a actual valorização do estatuto de entrevistador. Questionam-se, aqui, inúmeros aspectos: dos limites da entrevista às muitas competências convocadas para a sua prática; da vaidade de mostrar que se sabe perguntar ao desejo genuíno de ouvir ou ainda ao poder de editar; do estatuto de especialista valorizado na hierarquia da profissão às rasuras e omissões da prática (com a ajuda de exemplos, como a das colagens de entrevistas de Manuel Maria Carrilho, então Ministro da Cultura, efectuadas pela Câmara Municipal de Lisboa em 1999); da total confiança nas entrevistas como material que se sobrepõe à observação e consulta de documentos ("tornando-se o acto fundamental do jornalismo contemporâneo", aponta o autor) à questão da autoria.

"Um objecto que resulta, quer como abordagem pertinente a quem trabalha na área quer também como leitura para curiosos sobre questões mediáticas, que assim poderão ler, ouvir ou ver uma entrevista, com um olhar menos imediato e mediatizado".
S.S.C. in Visão, 16/06/2005

"Cat Stevens, cansado de perguntadores idiotas, tinha colocado à porta da sua casa um letreiro advertindo: É proibida a entrada a polícias, cães e jornalistas."

A Entrevista no Jornalismo Contemporâneo

de Orlando Raimundo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727981274
Editor: Edições Minerva Coimbra
Data de Lançamento: julho de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 228 x 14 mm
Páginas: 218
Tipo de produto: Livro
Coleção: Comunicação
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Comunicação e Jornalismo
EAN: 9789727981274
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Orlando Raimundo

Orlando Raimundo, licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais, é escritor, jornalista e investigador independente. Estudou jornalismo em Paris e Tóquio, pós-graduou-se no ISCTE e foi assessor editorial do Instituto Politécnico de Lisboa. Enquanto profissional da Comunicação Social, ajudou a lançar o primeiro jornal da Guiné-Bissau livre e independente e a fundar o Cenjor, foi redator de O Século, Diário Popular e Expresso, tendo integrado o quadro redatorial deste semanário durante quase vinte anos, e escreveu mais de uma dezena de livros, entre os quais A Linguagem dos Jornalistas e A Entrevista no Jornalismo Contemporâneo. A Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo é considerado uma obra de referência sobre os anos finais da ditadura.

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