A Cultura Popular no Estado Novo

de Daniel Melo

editor: Angelus Novus, outubro de 2010
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Esta obra aborda a política cultural do Estado Novo para o povo. Nela analisam-se os principais discursos sobre o tema e os resultados obtidos nas áreas privilegiadas - casas do povo, ranchos folclóricos, artesanato, museus etnográficos, literatura e marchas populares - e nas subvalorizadas, como a educação popular. O salazarismo promoveu um modelo ruralista, tradicionalista e nacionalista de cultura popular, recorrendo à cultura de massas e à linguagem moderna, com o fito de se legitimar, de criar uma 'almofada' social e de impor um núcleo duro de valores, práticas e representações que enformariam a identidade portuguesa. Subjazeu-lhe a vontade de transformar e condicionar a cultura do povo, e não só de preservar as tradições eleitas, a maioria com teor católico. Contudo, a sociedade resistiu ao cerco oficial, sustentando propostas alternativas, como as da democratização cultural, do associativismo livre (sociocultural, cooperativo, etc.) e da leitura pública fomentada pelas bibliotecas da Fundação Gulbenkian e outras. Também a Igreja católica salvaguardou uma estrutura institucional autónoma (a Acção Católica), conquanto ideologicamente próxima do regime.

A Cultura Popular no Estado Novo

de Daniel Melo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728827557
Editor: Angelus Novus
Data de Lançamento: outubro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 121 x 178 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 132
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789728827557
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Interessante e útil

Ana Pinto

De leitura acessível, esta obra permite conhecer com mais profundidade os contornos da cultura popular durante o regime Salazarista em Portugal. Útil não só do ponto de vista da cultura geral mas, acima de tudo, para quem se interessa ou trabalha temas relacionados com os Estudos de Cultura.

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óptimo

Sandra

Uma excelente síntese sobre a vida popular e as tradições portuguesas duante o período do Estado Novo. Óptimo para quem pretende conhecer a vida durante esta época.

Daniel Melo

Historiador e investigador auxiliar no Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa.
No estudo dos «tempos modernos», interessou-se sobretudo em cruzar distintas temáticas, como os usos e políticas da cultura, leitura pública e associativismo. Essa atenção relaciona-se com a premência de repensar a história contemporânea de Portugal, revalorizando o papel da sociedade civil (durante longo tempo asfixiada por visões demasiado atreitas ao «país sentado») e da dimensão sociocultural na vida das pessoas.
Dessa linha de pesquisa resultaram inicialmente as suas teses de mestrado (Salazarismo e cultura popular 1933-58) e doutoramento (A leitura pública no Portugal contemporâneo 1926-1985), galardoadas com o Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e publicadas pela Imprensa de Ciências Sociais. Estudou ainda o associativismo regionalista em diversos estudos de caso (alentejano, transmontano e beirão, nas ex-colónias, na diáspora) e, ultimamente, as organizações de base territorial e de desenvolvimento local.
Foi ainda co-editor dos livros A globalização no divã (tinta-da-china, 2008) e Construção da nação e associativismo na emigração portuguesa (ICS, 2009).

Na Angelus Novus publica, em 2010, A Cultura Popular no Estado Novo. Livro em que busca actualizar a compreensão das relações entre Estado e sociedade civil, através da análise de todo o período salazarista.

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