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A Coragem de Tição

de Luís Represas; Ilustração: Catarina França
Editor: Dom Quixote, novembro de 2010 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Este é o primeiro livro para a infância de Luís Represas. Nesta magnífica história marítima vamos encontrar cavalos-marinhos destemidos, tubarõesgato ferozes, peixes-trompete ruidosos, peixes-anjo protectores e muitos mais animais que habitam o fundo dos oceanos. Mas, acima de tudo, vamos aprender que a amizade e o espírito de entreajuda é o caminho para distribuirmos felicidade pelos que nos rodeiam. À beleza das palavras juntam-se as coloridas e maravilhosas imagens de Catarina França. Para lermos em voz baixa e em voz alta, para lermos em casa e fora dela, para lermos sozinhos ou acompanhados, este é o livro ideal para nos transportar ao país dos sonhos.

A Coragem de Tição

de Luís Represas; Ilustração: Catarina França

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722043243
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 194 x 267 x 7 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Coleção: Moinho de Vento
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 6-8 anos > Ciência e Tecnologia
EAN: 9789722043243
Idade Mínima Recomendada: Entre 7 e 9

SOBRE O AUTOR

Luís Represas

Luís Represas (1956–2026) foi um cantor, compositor e guitarrista português, reconhecido como uma das vozes mais marcantes da música portuguesa contemporânea. Ao longo de cinco décadas de carreira, destacou-se tanto como fundador dos Trovante como pelo percurso a solo, construindo uma obra que cruzou pop, música de inspiração tradicional portuguesa e influências da lusofonia.

Em 1976 foi um dos fundadores dos Trovante, grupo que desempenhou um papel determinante na renovação da música portuguesa após o 25 de Abril. A banda distinguiu-se pela fusão de instrumentos tradicionais com sonoridades contemporâneas e conquistou enorme popularidade durante as décadas de 1980 e 1990 com temas como "Perdidamente", "125 Azul", "Timor" e "Saudades do Futuro", tornando-se uma referência incontornável da música nacional.

Após a separação dos Trovante, em 1992, iniciou uma carreira a solo que se revelou igualmente bem-sucedida. Estreou-se com o álbum Represas (1993) e lançou, ao longo dos anos, trabalhos como Cumplicidades, A Hora do Lobo, Código Verde, Olhos nos Olhos, Boa Hora e Miragem, editado em 2024. As suas composições caracterizavam-se por melodias elegantes, letras poéticas e uma forte ligação à língua portuguesa.

Ao longo da carreira colaborou com numerosos artistas portugueses e internacionais, entre os quais Pablo Milanés, Gilberto Gil, Carlos do Carmo, Jorge Palma, Ivan Lins e Phil Collins, afirmando-se como um dos principais embaixadores da música portuguesa no espaço lusófono.

As suas canções abordavam frequentemente temas como o amor, a memória, a identidade e o tempo, distinguindo-se pela interpretação emotiva e pela voz calorosa que se tornou uma das suas maiores marcas. Em 2005 foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem do Mérito, no grau de Comendador, em reconhecimento pelo seu contributo para a cultura nacional.

Mesmo nas últimas décadas manteve uma intensa atividade artística. Em 2025 voltou a reunir-se com os Trovante para uma série de concertos comemorativos e celebrava, em 2026, os 50 anos de carreira. Faleceu a 22 de julho de 2026, deixando um legado incontornável na música portuguesa, marcado pela qualidade das suas composições, pela voz inconfundível e pelo papel fundamental que desempenhou na afirmação da música popular portuguesa contemporânea. A sua obra continua a influenciar sucessivas gerações de músicos e permanece como uma referência maior da cultura portuguesa.

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