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A Cidade e as Serras

Livro de Bolso

de Eça de Queiroz

editor: 11 X 17, abril de 2010
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA i
A Cidade as Serras, romance publicado um ano após a morte do autor, teve como ponto de partida o conto A Civilização. Como o próprio título sugere, Eça faz uma comparação entre a vida agitada de Paris com a pacatez da vila de Tormes. José Fernandes, o narrador, vai contando as peripécias do cosmopolita Jacinto, que depois de ter vivido na cidade-luz, regressa a Tormes, a sua terra natal.
Nesta obra, escrita já na fase final da sua vida, Eça de Queirós afasta-se do realismo e abandona a crítica feroz à sociedade portuguesa de então que o caracterizou.

A Cidade e as Serras

Livro de Bolso

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722521376
Editor: 11 X 17
Data de Lançamento: abril de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 109 x 170 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Coleção: 11X17
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722521376
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Os clássicos valem sempre a pena

Madalena

Eça nunca desilude. Vale muito a pena. O confronto de realidades, detalhadamente descritas, levam-nos a compreender que, nem sempre o que aparentemente é o melhor, nos traz realização pessoal e felicidade. A ostentação do moderno de uma grande capital em confronto com a simplicidade de uma terra em que "Jacinto murmurava que encanto".

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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