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75 Canções

Partituras, Letras, Cifras

de Sérgio Godinho
Editor: Assírio & Alvim, maio de 2023 ‧
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75 Canções é um livro que reúne canções (partituras, letras e cifras) de Sérgio Godinho: num fundo, a celebração de uma carreira cheia de boas músicas para tocar ou apenas cantar.

«Foi há tantos anos que ainda me lembro: adolescente, eram livros como este que me levaram a experimentar as primeiras (e rudimentares) formas de escrita; e, desde aí, nunca me têm largado. Ou seja, tenho-os à mão e eles têm-me à perna. O acesso prático aos mecanismos que outros usaram para criar (ou criaram para usar…) nunca deixou de me trazer luzes e dicas importantes, neste ofício intermitente da feitura de canções. Imitamos, transformamos, inventamos, emperramos e solucionamos, mas nunca a partir do nada — há sempre, num ponto de partida, de percurso ou de chegada, o que nos foi sugerido por outros saberes. Com livro ou sem livro, com ou sem Internet. Mas é destes manuais que falamos: sabemos como, em Portugal, são, infelizmente, aves raras. Começam agora algumas a pousar, e serão cada vez mais bem-vindas. Que prenda para todos os que praticam estas coisas, ter um dia acesso a toda a música portuguesa (enfim, não exageremos…) neste formato, ou noutros que se vão inventando. Estatisticamente, o meu contributo passaria a ser muito menor, e eu com isso no maior contentamento.» [Sérgio Godinho]

Um volume feito para fãs e amantes de música e de poesia.

Correio da Manhã

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As curiosidades que lhe faltava saber sobre alguns dos maiores autores portugueses

Por ocasião do Dia do Autor Português, que se celebra a 22 de maio, revelamos curiosidades surpreendentes das vidas e obras de grandes autores nacionais – da pintura à música, da literatura ao cinema –, acompanhadas por boas sugestões de leitura, música e até visitas que despertam os sentidos. Júlio Pomar – O pintor que também era poeta Pomar não se limitava a pintar — escrevia poesia (lançou dois livros de poemas), fazia escultura e adorava banda desenhada. Defendia que um artista devia ter o direito de mudar de ideias, de estilo e de ferramenta. Pintou políticos, animais, fábulas e até Fernando Pessoa. Tinha humor, espírito crítico e uma obsessão por liberdade criativa.
🎨 Sugestão: Leia Prima Contradição, um livro de poemas que reúne os versos que o artista deixo por publicar e destinados à sua terceira obra poética, e depois visite o Cinema Batalha, no Porto, com os murais modernistas do pintor recuperados 75 anos após terem sido censurados e cobertos de pinta pela PIDE. Leve tempo e um olhar curioso — vai encontrar palavras escondidas entre pinceladas. QUERO LER! » Manoel de Oliveira – O cineasta eterno Realizou filmes durante nove décadas, e manteve-se activo quase até ao final da sua vida, aos 106 anos – quando nasceu, em 1908, Portugal era ainda um reino! Do seu primeiro filme em 1931 (Douro, Faina Fluvial), ao último, em 2014 – a curta metragem O Velho do Restelo, deixou um legado único e duradouro. Adorava participar em corridas de automóveis, usava sempre fato e gravata e dizia que «a pressa é inimiga do cinema».
🎬 Sugestão: Veja O Gebo e a Sombra — depois respire fundo e aceite que a obra do cineasta tem como marca um tempo próprio, como pode perceber melhor no livro A Morte Não é Prioritária. QUERO LER! » Trailer de O Gebo e a Sombra, de Manoel de Oliveira António Lobo Antunes – O médico das palavras Psiquiatra de profissão, Lobo Antunes foi mobilizado para a Guerra Colonial em Angola, nos anos 70, uma experiência que moldou toda a sua visão do mundo e vários dos seus romances. Tinha o hábito invulgar de escrever cartas aos leitores, numa crónica regular na Visão — quase como confissões escritas à mão e deixadas numa caixa de correio imaginária.
📘Sugestão de leitura: Memória de Elefante e Os Cus de Judas, os seus primeiro livros, marcadamente autobiográficos e muito ligados ao contexto da guerra colonial, que o consagraram como um dos autores contemporâneos mais lidos e discutidos dentro e fora de Portugal. QUERO LER! » Fausto – o navegador da música portuguesa Fausto Bordalo Dias é um dos grandes alquimistas da música portuguesa. Compositor exigente com uma voz melodiosa, dedicou a vida a fundir a música popular, os sons do mundo e a História de Portugal. Foi um dos primeiros músicos portugueses a cruzar as sonoridades tradicionais com a música progressiva e elementos da cultura lusófona. Muitas das suas obras são verdadeiras epopeias cantadas — como se fossem romances em forma de álbum.
⛵🎵Sugestão: Ouça Por Este Rio Acima, uma verdadeira obra literária musicada, enquanto lê Peregrinação de de Fernão Mendes Pinto. QUERO LER! » Sérgio Godinho — músico, escritor e contador de histórias É uma das vozes mais marcantes da música portuguesa. Viveu no exílio durante o Estado Novo, o que marcou a sua obra com temas de luta e liberdade. Godinho é também escritor, com livros de poesia, crónicas e romances, onde mantém o seu tom irónico e íntimo. E nunca perdeu aquele seu “brilhozinho nos olhos”.
🎸 Sugestão de leitura: 75 Canções – Partituras, Letras, Cifras, a celebração de uma carreira cheia de boas músicas para tocar ou apenas cantar. QUERO LER! » Almada Negreiros – O dandy modernista Poucos saberão, mas Almada Negreiros nasceu em S. Tomé e Príncipe. Já em Lisboa, começou a destacar-se ainda adolescente pelos seus dotes para o desenho e para a escrita. Almada escrevia, fazia teatro, pintava murais, fazia vitrais, e dizia ter nascido com o dom de escandalizar, com fez ao protagonizar a Conferência Futurista, onde apareceu de monóculo e casaca, desafiando os costumes da época. Até coreografou e participou em vários bailados!
🎭Sugestão: Veja o painel que o artista pintou na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, e leia Ficções, que reúe todas as ficções almadianas conhecidas até à data, para além do romance Nome de Guerra, para um mergulho na energia única e modernista deste criador. QUERO LER! » Fernando Pessoa – O homem que era muitos Apesar de e pouco ter viajado, Pessoa era um cidadão do mundo nas ideias e no espírito. Falava fluentemente inglês, francês e alemão, e lia autores de todos os continentes, o que lhe deu uma visão global muito rara para a época. Não só criou dezenas de heterónimos, como fazia horóscopos para eles, já que era fascinado por astrologia. Descreveu Ricardo Reis como médico e poeta melancólico, e Álvaro de Campos como engenheiro naval fanfarrão e futurista.
✏️Sugestão de leitura: Prosa – Antologia Mínima, o essencial da prosa de Fernando Pessoa (ortónimo e heterónimo, ideal para ler com um copo de vinho tinto e música clássica em fundo. QUERO LER! »

75 Canções

Partituras, Letras, Cifras

de Sérgio Godinho

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-2293-2
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: maio de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 232 x 290 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 308
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972372293212
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Para guardar

Ana

Livro para coleccionar. Tem as letras e as partituras das principais canções de Sérgio Godinho.

75 Canções

João S.

Um livro que é um pedaço da nossa história recente, não apenas da música portuguesa, mas de um país. Ali encontramos todo o universo da obra de Sérgio Godinho na sua génese. Essencial não apenas para profissionais mas para qualquer fã deste nome incontornável da cultura portuguesa.

SOBRE O AUTOR

Sérgio Godinho

Sérgio Godinho nasceu no Porto (1945) e aí viveu até aos vinte anos, altura em que saiu de Portugal. Foi ator de teatro e começou a exercitar a escrita de canções nos finais dos anos 1960. É de 1971 o seu primeiro álbum, Os Sobreviventes, seguido de mais trinta até aos dias de hoje. Sérgio Godinho é um dos músicos portugueses mais influentes dos últimos 50 anos. Estreou-se na ficção com Vidadupla, um conjunto de contos publicado em 2014, a que se seguiu o seu primeiro romance, Coração Mais Que Perfeito e, depois, Estocolmo e, em 2024, Vida e Morte nas Cidades Geminadas. Em 2025 será o autor-tema da Feira do Livro do Porto.

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