SINOPSE
Conta mais de uma quinzena de títulos, sendo os temas predominantes o caráter efémero da vida, o diálogo com as recordações e o memento mori.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Praticamente todos os textos começam em registo quotidiano, vívido, perceptível. Em muitos sugere-se, inclusive, um determinado “sobressalto” que desencadeia uma percepção diferente das coisas. E são-nos dadas as ocasiões desse sobressalto, divagações numa cama de hotel, visitas a museus, artefactos africanos, episódios históricos, obsessões geográficas, trechos musicais, os tormentos de Turner ou Gogol, o bulício de uma cidade, bátegas de água, funerais. Mas as ocasiões estão desligadas de qualquer menção autobiográfica explícita. […] Em textos que vão da prosa quase narrativa ao haiku, mas que privilegiam o poema curto e conciso, Tranströmer pratica um humanismo modesto, sugestivo e irónico, como quando diz que a verdade está ao nosso alcance, no chão, assim quiséssemos pegar numa coisa caída por terra .»
Pedro Mexia, Expresso
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896413040 |
| Editor: | Relógio D'Água |
| Data de Lançamento: | julho de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 232 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 152 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789896413040 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Intenso
Joana Leitão
Pensamentos descritivos intensos da natureza e da cidade numa mescla de sentimentos e observações profundas. Relaxante. De leitura rápida e fácil e ainda com a curiosidade bilingue.
Belos poemas em verso livre
Catarina Duarte
Excelente obra para quem não é leitor habitual de poesia.
Escrita cristalina
Diogo Gonçalves
Mas que não captou a minha atenção e interesse. Acaba sempre por redundar em demonstrações débeis de falta de imaginação. Não aconselho.
Transtromer
VLPM
Edição da Relógio d’Água, o que costuma ser garantia de qualidade. Uma tradução direta do sueco por Alexandre Pastor. Na obra, o original sueco antecede a tradução em português. Interessante pode ser o exercício de comparar a tradução de Alexandre Pastor com alguns destes poemas já traduzidos para português: “Lisboa” (tradução do inglês por Vasco Graça Moura) “O casal” (tradução do inglês por Teresa Salema) e “Citoyens” (tradução do inglês por Almeida Faria) na obra “21 poetas suecos” da Vega (1980), “Segredos a caminho”/”Segredos pelo Caminho”, “Rasto”/”Carril”, “Casas suecas”/”Casas Suecas em sítio ermos” e “Uma noite de Inverno” na obra “5 poetas suecos” – 2.º volume – Companhia Editora do Minho (1981), todos em tradução direta de Silva Duarte e ainda “Funchal”, disponível on-line (tradução do alemão por Luís Costa). Agrada-me muito a tradução de Alexandre Pastor. Um pequeno reparo: pessoalmente preferia uma ordenação cronológica dos poemas. Obra única, singular, para quem pretende conhecer em português parte da obra poética de Tomas Transtromer.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Luis de Góngora— Antologia Poética10%Assírio & Alvim25,50€ 10% CARTÃOportes grátis
-
Folhas Caídas10%Publicações Europa-América5,90€ 10% CARTÃO