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Bálticos Y Otros Poemas

de Tomas Tranströmer
idioma: espanhol
Editor: VISOR LIBROS, S.L., outubro de 2012 ‧
14,27€
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EL premio Nobel Joseph Brodsky confesó que le había robado más de una metáfora, sí, a un psicólogo sueco, llamado Tomas Transtr"mer, nacido en Estocolmo en 1931, que había debutado como poeta en 1954 y al que desde entonces se le ha considerado como el más brillante de su generación. Las metáforas de Transtr"mer no son objeto de deseo sólo por su audacia y precisión sino que destacan por la genial incorporación a una totalidad visionaria en la que se integran tiempos pasados y futuros en el presente, personajes históricos y gente corriente, lugares próximos y lejanos, realidad cotidiana y onírica, todo ello expresado en un idioma moderno y luminoso. Tras su debut 17 poemas (17 dikter) ha escrito quince poemarios entre los que destacan, El cielo a medio hacer (1962), Bálticos (1974) y La salvaje plaza del mercado (1983) y una breve autobiografía Visión de la memoria (1993). Durante su carrera ha recibido numerosos premios suecos y nórdicos entre los que podemos mencionar el premio Bellman, el Övralid, el premio de Literatura del Consejo Nórdico, el premio Nórdico de la Academia sueca y el premio August, y entre los internacionales destacamos: el premio Petrarca (Alemania), el premio internacional de Literatura Neustadt (Estados Unidos) y el de Struga (Macedonia) hasta culminar en el Nobel en el año 2011.

Bálticos Y Otros Poemas

de Tomas Tranströmer

Propriedade Descrição
ISBN: 9788498958324
Editor: VISOR LIBROS, S.L.
Data de Lançamento: outubro de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 204
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788498958324

SOBRE O AUTOR

Tomas Tranströmer

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2011

Tomas Tranströmer nasceu a 15 de abril de 1931 em Estocolmo, cidade onde também se licenciou em Psicologia em 1956. Começou a escrever poesia muito jovem e publicou os primeiros poemas em 1954. A sua poesia inspira-se na metafísica ocidental, na tradição japonesa do haiku, e nas grandes obras clássicas que pensam e questionam a condição humana, a morte e a memória. A estes temas o poeta acrescenta múltiplas referências à sua intimidade, ao gosto pela música e pelas viagens, a botânica, a entomologia, entre outros temas.

Em 1990 Tomas Tranströmer sofreu um AVC, estando impedido de falar desde então. Não perdeu, no entanto, a capacidade de escrever. Alguns dos seus livros foram publicados já depois deste problema de saúde.

Ao longo da sua carreira recebeu inúmeros prémios, entre os quais: Prémio Bonnier de Poesia, o Prémio Internacional Neustadt de Literatura, o Prémio Oevalids, o Prémio Petrarca, o Prémio do Fórum Internacional de Poesia e o Prémio Griffin. Em 2011 a Academia Sueca entregou-lhe o Prémio Nobel da Literatura. A sua obra está traduzida em todo o mundo. Faleceu a 26 de março de 2015.

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