30% de desconto

25 Mulheres

de Raquel Costa
Editor: Oficina do Livro, abril de 2024 ‧
16,50€
13,20€
20% DE DESCONTO IMEDIATO + 10% CARTÃO
EM STOCK -
portes grátis
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
No ano da comemoração dos 50 anos do 25 de Abril, somos convidados a conhecer as histórias de 25 Mulheres, contadas pela sua voz.

Esta viagem à sociedade portuguesa do início dos anos 70, espelha as contradições da condição feminina, com as quais ainda nos debatemos hoje, meio século depois. O que mudou? Como mudou? Como nos víamos na altura? Como nos vemos agora?

Isolar 25 histórias é tarefa ingrata, mas fica a esperança de que as selecionadas possam representar, de forma digna, a gloriosa diversidade da existência no feminino.

Acima de tudo, fica o desejo de que este livro favoreça a curiosidade e o diálogo, quer pelo aprofundamento das raízes históricas dos relatos aqui narrados, quer pela indagação do significado contemporâneo do ser mulher.

Tal como o caminho para a liberdade, este é um livro em permanente construção.
20240423-wa-25-abril-640X426.jpg

50 anos desde 1974

Durou muito, estragou muito, e por isso o seu fim é inesgotável. Cinquenta anos depois do fim da ditadura, ainda há muito que ler sobre o dia que abriu a janela ao mundo.
  25 de Abril – No Princípio Era o Verbo O 25 de Abril foi uma festa, e este livro festeja-a. A 50 anos do dia, já levamos dois de vantagem ao tempo em que Portugal foi trevas. Ora, para festejar, nada melhor do que o traço Nuno Saraiva: a preto e branco ou a cores, qualquer coisa que venha daquela pena é uma alegria para quem vê. Já o texto é de Manuel S. Fonseca. Neste livro, percebe-se a liberdade com o seu tom de alegria louca e coletiva, percebe-se o dia como catarse que mudou o destino à vida. A partir daquela madrugada, o futuro foi outra coisa – pôde, aliás, ser qualquer coisa. Dali vieram partidos, ideólogos, cartazes; dali vieram debates, conversas, alívios. Dali veio a manifestação de um povo, cada um com a sua bandeira sem ter medo de amarras. O livro pega em tudo o que marcou aquele dia que criou outro povo, de frases, slogans e fantasias até à brava promessa de uma vida por descobrir. QUERO LER! »







  Gente comum. Uma história na PIDE Eu não sou impressionável (os Pedrosas são gente rija), mas, depois de ler este livro, passei noites a dormir mal. O pior nem era a insónia: era adormecer e sonhar com isto. Aurora Rodrigues foi detida pela PIDE e levada para a prisão de Caxias em 1972, onde foi torturada durante três meses. Com 21 anos, foi impedida de dormir durante 450 horas. O relato não era apenas de cansaço, mas também de espancamentos frequentes, de frequentes tentativas de a endrominarem. O leitor sente-lhe a confusão mental, e sente também o desespero e a desumanidade de quem usava atrocidades por dá cá aquela palha. Gente comum devia passar pelas mãos de todos para que a memória não morra, para que ninguém se esqueça do que era a PIDE: antes do 25 de Abril, havia na vida coisas destas. QUERO LER! » 25 Mulheres – Uma Revolução no Feminino O Estado Novo tentou domesticar mulheres. Vedou-lhes o acesso à educação e à produção simbólica e destinou-lhes nada mais do que a pacatez do lar. Enquanto esteve em vigor, tentou impedir tudo o que pudesse dar a uma mulher mais do que um papel coadjuvante na vida: seria esposa e mãe e nada mais. Neste livro, temos as histórias de 25 mulheres, contadas em voz própria. Ao lê-las hoje, não há como não fazer a ponte com os tempos de hoje em dia, pesando o que mudou, comparando o que há de semelhante. Em cada voz, há uma vida diferente, por isso o livro traz múltiplas luzes sobre um poder político que, tentando fazer de metade da Humanidade uma tábua rasa, foi vencido pelo tempo. QUERO LER! » O Meu Primeiro 25 de Abril Foi o primeiro dia do resto da vida de muita gente, incluindo quem ainda nem tinha nascido. Não fosse esse dia e tudo seria outra coisa. Este livro olha para a hora H, que significou não apenas a cambalhota que o quotidiano deu em Portugal, mas também o fim da guerra colonial. Cá no burgo, para quem não era capataz, passou a haver aquela coisa tão bela e banal que é andar tranquilo pela rua. José Jorge Letria conta como foi aquele dia para si, que o viveu. Muitos de nós poderão atacar pelo simbolismo, contar o que não viram, e a coisa não valerá pouco. Mas aqui temos os olhos que vêem em força bruta, a História a acontecer naquele dia, o impacto que teve aquela chuva de cravos, ao invés do simbolismo de quem ouve falar do dia na escola. O 25 de Abril de 1974 é um dia que não precisa de ser vivido para não ser esquecido, mas aqui temos a lembrança de quem passou por ele.   QUERO LER! » Liberdade E terminamos com um romance. Parte-se da vida real e cria-se outra coisa, e essa coisa também é vida real. No epicentro do livro, há uma família portuguesa, e ei-la com segredos e traições; à sua volta, existe um país à toa, com movimentos políticos e espiões internacionais e toda a História que sabemos. O contexto é o que vemos nos quatro livros anteriores, mas o texto vai fazendo as suas páginas e o leitor vai seguindo a vida de duas mulheres que vão fazendo a sua vida: uma vê o seu casamento chegar ao fim, outra não sabe bem a quantas anda. Entre o Primeiro de Maio de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, a acção faz-se, tentando cristalizar a memória de um país. QUERO LER! »

25 Mulheres

de Raquel Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895810505
Editor: Oficina do Livro
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 280 x 244 x 8 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > Maiores de 18 anos > Cultura e Sociedade
EAN: 9789895810505

Actual

Ana

Livro cheio de significado sobre as lutas das mulheres que ainda se mantêm actualizado. Permite fazer uma reflexão com os mais novos.

Um livro necessário

Carla Ribeiro Oleiro

Tantas vezes ouvimos e lemos histórias de homens no 25 de Abril. Este livro é um livro que devia ser lido. Conta a história de 25 mulheres no antes e pós 25 de Abril.

SOBRE O AUTOR

Raquel Costa

Raquel Costa é artista visual e ilustradora. Nasceu no Porto, formou-se em Artes Plásticas – Escultura e é mestre em Ensino de Artes Visuais. Atualmente, leciona na Escola Superior de Design, do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave.
Participa com regularidade em exposições a solo e coletivas, em Portugal e no estrangeiro. Dirige oficinas de ilustração e realiza sessões de desenho ao vivo.
É cofundadora do Little Black Spot Creative Studio, onde trabalha em ilustração e design de comunicação, para os mercados editorial e publicitário.
Conta já com diversos livros infantojuvenis ilustrados, para várias editoras nacionais, entre eles o livro NOA, com texto de Susana Cardoso Ferreira – vencedor do prémio Bissaya Barreto –, editado pela Oficina do Livro/Leya.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU