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14-18 ; Les Poilus De Vendée

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: francês
Editor: CVRH, abril de 2006 ‧
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À la veille de la Guerre de 14-18, les Vendéens sont volontiers décrits comme arriérés et asservis. Victimes sous la Révolution du massacre que l'on sait, et encore récemment persécutés sous la IIIe République, comment vont-ils répondre à l'appel de la patrie oe Comme déjà en 1815 et en 1870, ils oublient les avanies subies, pour faire front contre l'invasion. Bien davantage : les régiments vendéens, le 93e RI de La Roche-sur-Yon et le 137e de Fontenay-le-Comte, réputés pour leur ténacité, sont de tous les coups durs, au point d'entrer bientôt dans la légende, avec la fameuse Tranchée des baïonnettes. Quatre années durant, ils vont tenir malgré la boue et le froid, les offensives aussi meurtrières qu'inutiles, le déluge d'acier et les corps atrocement déchiquetés. Sans oublier, à l'arrière, la terrible angoisse des leurs. Avec, au bout du compte, un sacrifice très au-dessus de la moyenne nationale. "Face à l'horreur et à l'absurde, où puisent" ils la force de ne succomber ni à l'ensauvagement ni au nihilisme qui, chez beaucoup, ruinent l'attachement à la patrie et à la démocratie oe À travers l'histoire de cette seconde Grande Guerre des Vendéens, c'est ce que Jean Rousseau nous fait découvrir.

14-18 ; Les Poilus De Vendée

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9782911253287
Editor: CVRH
Data de Lançamento: abril de 2006
Idioma: Francês
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Vendee, Les Indispensables
Classificação Temática: Livros em Francês > História > História em Geral
EAN: 9782911253287

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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