Os Diários do Cancro
SYNOPSIS
Questionando as regras de conformidade em torno do corpo feminino, Lorde defende a necessidade de enfrentar a perda física, que tão prontamente as próteses ocultam e silenciam, pois os sentimentos precisam de ser verbalizados para serem reconhecidos, respeitados e utilizados.
Um testemunho poderoso e inspirador que dá visibilidade e força às mulheres com cancro e propõe uma reflexão profunda sobre a vida, o luto, a luta e a incansável busca por justiça.
REVIEWS
«Lorde é a guerreira amazona que também sabe contar a história da batalha: o que aconteceu e porquê, quais são as armas e quem são as companheiras que encontrou. Mais do que isso, o seu livro oferece às mulheres um desafio novo e profundamente feminista.»
Adrienne Rich
«Se o cancro da mama estiver no meu futuro, como está no futuro de milhares de mulheres todos os anos, as palavras de amor, sabedoria e coragem de Lorde estarão ao meu lado para me dar força. Os Diários do Cancro devem ser lidos por todas as mulheres.»
Alice Walker
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789899225282 |
| Publisher: | Orfeu Negro |
| Release Date: | July of 2025 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 118 x 182 x 10 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 144 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Fiction
>
Memories and Testimonies
Books in Portuguese > Health & Fitness > Healthy Living |
| EAN: | 9789899225282 |
REVIEWS
É um livro duro, mas absolutamente necessário.
Nelson Lourenço
Terminei esta leitura que me tocou profundamente. Audre Lorde abre-nos o coração e o corpo neste diário, escrito durante a sua experiência com o cancro da mama e a mastectomia. É um testemunho cru, honesto e poderoso sobre dor, medo, resistência e, acima de tudo, sobre vida. Não é apenas um livro sobre doença — é sobre identidade, feminismo, corpo, racismo, autocuidado e a coragem de não se calar perante uma sociedade que tantas vezes prefere ignorar ou silenciar estas vozes. A escrita de Lorde é como um soco e um abraço ao mesmo tempo: desafia-nos a pensar sobre as nossas próprias fragilidades, mas também nos dá a força de olhar para elas de frente. É um livro duro, mas absolutamente necessário. ¿ Classificação: 5/5 "Quero escrever fúria, mas só sai tristeza. Estamos tristes há tempo suficiente para fazer esta terra ou chorar ou tornar-se fértil. Sou um anacronismo, uma anomalia, como a abelha que nunca esteve destinada a voar. Assim declarou a ciência. Eu não devia existir. Carrego a morte no meu corpo como uma condenação. Mas vivo. A abelha voa. Deve haver uma forma de integrar a morte na vida, sem a ignorar nem ceder a ela."
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