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O Último Olhar de Manú Miranda

by Orlando da Costa
Publisher: Âncora Editora, April of 2000 ‧
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Com este romance, Orlando da Costa, regressa ao mundo das suas origens, recriado numa narrativa admirável de escrita e sensibilidade. Uma obra de ficção pausada e envolvente, em que lugar e tempo, personagens e destinos assumem, entre o real e o imaginário, uma relação de cumplicidade, tecida de ancestralidade e idiossincrasias. Ao longo de um percurso de ritual genealógico e de reconhecimento das raízes de uma identidade nativa, moldada em tradições, crenças e transgressões, superstições, sentimentos e sensualidade, o autor revela, nas páginas desta notável obra romanesca, uma original dimensão de vivência das últimas décadas do período colonial português em Goa, dando-nos mais um testemunho singular da sua grande qualidade literária.

O Último Olhar de Manú Miranda

by Orlando da Costa

Property Description
ISBN: 9789727800520
Publisher: Âncora Editora
Release Date: April of 2000
Language: Portuguese
Dimensions: 139 x 232 x 17 mm
Cover: Softcover
Pages: 328
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789727800520
Recommended Minimum Age: Not applicable

ABOUT THE AUTHOR

Orlando da Costa

Poeta, ficcionista e autor dramático português nascido em 1929, em Lourenço Marques (hoje Maputo), em Moçambique, e falecido a 27 de janeiro de 2006, em Lisboa, tendo vivido a infância e a adolescência na antiga Índia Portuguesa. Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa e exerceu a profissão de técnico de publicidade. Iniciou a sua carreira literária com a publicação de obras de poesia situadas no contexto de uma segunda geração neo-realista, afirmada nos anos 50, sendo os seus primeiros três livros de poesia, A Estrada e a Voz (1951), Os Olhos sem Fronteira (1953) e Sete Odes do Canto Comum (1955), todos editados pela coleção "Cancioneiro Geral". Nessas coletâneas, dá continuidade a uma poesia empenhada, de exortação fraterna e de esperança, evocando os "homens que a estrada juntou" e "que a estrada batizou" (Batismo), caminhando para um "horizonte (que) será de espigas" ("Vertente"). Afirmou-se, na década seguinte, no domínio da ficção com O Signo da Ira (1961) e Podem Chamar-me Eurídice (1964), romances de intenção social que seriam proibidos pela censura, sendo, ao primeiro romance, só levantada a sua proibição após ter recebido o Prémio Ricardo Malheiros, em 1962. As mesmas dificuldades seriam levantadas a Podem Chamar-me Eurídice, apenas amplamente difundido em 1974.

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